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Brasil é excluído da lista da União Europeia para venda de carnes

União Europeia exclui o Brasil da lista de exportadores de carnes, decisão válida já, com impacto potencial nas vendas de bovinos, suínos e aves

Vacas marrons/brancas e pretas/brancas em pasto verde. Algumas olham para a câmera sob céu azul.
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  • A União Europeia excluiu o Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes para o bloco, após atualização das normas sobre uso de antimicrobianos em animais destinados à produção de alimentos, com efeito imediato.
  • A decisão foi publicada pela Comissão Europeia nesta quarta-feira, 12, e aponta que o Brasil não atende mais aos critérios sanitários exigidos.
  • A medida afeta as exportações brasileiras de carne bovina, suína e de aves para a União Europeia, um dos principais mercados do país.
  • O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou que avalia a decisão e buscará diálogo com autoridades europeias para reverter a exclusão, destacando o sistema sanitário brasileiro.
  • A lista de países autorizados pode ser consultada no site oficial da Comissão Europeia, que atualiza as normas periodicamente.

O Brasil foi retirado da lista de países autorizados a enviar carnes para a União Europeia. A decisão ocorreu após a UE atualizar suas regras sobre o uso de antimicrobianos em animais destinados à produção de alimentos. A medida já está em vigor.

Segundo a Comissão Europeia, o Brasil não atende mais aos critérios exigidos para exportação, sobretudo no que diz respeito ao manejo de antimicrobianos em animais de criação. A lista é revisada periodicamente e reflete o cumprimento de normas sanitárias e de bem-estar animal.

A exclusão afeta as exportações brasileiras de carne bovina, suína e de aves para o bloco, representando um volume relevante do comércio exterior do país. A UE reforça a necessidade de aprimoramento das práticas sanitárias nacionais.

Reação do governo e desdobramentos

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirmou a análise da decisão e informou que continuará dialogando com autoridades europeias para reverter a exclusão. O órgão ressalta o reconhecimento internacional do sistema sanitário brasileiro.

Especialistas apontam que a medida pode impactar a competitividade do setor e pressionar por ajustes regulatórios no uso de antimicrobianos na cadeia de produção. A atualização da lista pela UE reflete critérios alinhados a padrões internacionais de saúde animal.

A UE é um dos principais mercados para as carnes brasileiras, e a retirada da lista pode gerar consequências econômicas para exportadores nacionais. O governo brasileiro deve apresentar propostas para atender aos requisitos sanitários exigidos.

Fonte: Comissão Europeia, com divulgação de dados oficiais sobre os critérios de inclusão e exclusão de países.

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