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Brasil precisa atuar para manter exportação de carne à Europa

União Europeia impõe proibição de compras de carne, ovos e mel do Brasil por exigências sanitárias, afetando quase US$ 2 bilhões em exportações

Europa impôs novas restrições sanitárias à carne brasileira. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
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  • A União Europeia proibiu a compra de produtos brasileiros de origem animal, incluindo ovos e mel, por motivos sanitários, com entrada em vigor em setembro.
  • O Piauí, grande produtor de mel, pode sentir o impacto da medida a partir de setembro.
  • O Brasil planeja reuniões com autoridades europeias de certificação de saúde animal ainda nesta semana para tentar contornar a decisão.
  • O mercado brasileiro desses produtos movimenta quase US$ dois bilhões por ano.
  • No cenário internacional, a Rússia testa o míssil Satanás 2 (Sarmat) com alcance de cerca de trente e cinco mil quilômetros, o que pode influenciar o equilíbrio geopolítico e impactar preços de commodities, como petróleo, no Brasil.

A agência Lusa, em Portugal, informou que a União Europeia pretende proibir a compra de produtos brasileiros de origem animal, incluindo ovos e mel, por questões sanitárias. A medida entra em vigor em setembro. O Brasil tenta reuniões com autoridades da certificação de saúde animal da UE.

O impacto econômico é relevante: o mercado brasileiro desses produtos soma quase US$ 2 bilhões por ano. O mel, produzido em estados como o Piauí, pode sentir o efeito a partir de setembro. O governo brasileiro planeja interlocuções com a UE para reverter ou flexibilizar as exigências.

Restaurants em Portugal que servem carne brasileira podem sofrer com a restrição caso não haja acordo sanitário entre Brasil e União Europeia. A mudança envolve todo o território da UE e pode afetar o fluxo de carnes, ovos e mel no mercado europeu.

Defesa e geopolítica

Na órbita internacional, a Rússia testa um míssil com alcance de cerca de 35 mil km, conhecido pela OTAN como Satanás 2 e pelos russos como Sarmat. A guerra energética e a dissuasão nuclear elevam as tensões entre blocos militares e ampliam as incertezas globais.

Especialistas observam que os riscos não se limitam ao campo estratégico: o acirramento pode influenciar preços de energia, comércio e investimentos. Países europeus avaliam respostas diplomáticas e de defesa diante do avanço tecnológico russo.

Brasil, hoje, observa impactos indiretos do cenário internacional. Movimentos no setor de energia e commodities podem influenciar custos de produção e preços ao consumidor. O país busca manter condições estáveis para o agronegócio e para o mercado externo.

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