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Candidato presidencial peruano é acusado de crimes financeiros

Promotor acusa Roberto Sánchez de crimes financeiros; pode enfrentar cinco anos e quatro meses de prisão e desqualificação, com decisão de juiz prevista para 27 de maio

Candidato presidencial peruano Roberto Sánchez em Lima
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  • Um promotor peruano acusou o candidato Roberto Sánchez de crimes financeiros, com pedido de prisão de cinco anos e quatro meses se condenado, além de desqualificação como candidato.
  • A acusação envolve supostos crimes de declarações falsas em processos administrativos e falsificação de informações sobre contribuições de campanha, com base em relatórios de 2020 e 2021 do partido.
  • A manifestação veio após a contagem do primeiro turno mostrar Sánchez avançando ao segundo turno contra a conservadora Keiko Fujimori; 99,76% das cédulas já tinham sido apuradas.
  • O resultado final da apuração deve ser anunciado até 15 de maio.
  • O advogado de Sánchez rejeita as acusações, afirmando que o responsável pelos relatórios financeiros era o tesoureiro do partido; o juiz decidirá em 27 de maio se ele irá a julgamento.

Um promotor peruano acusou o candidato presidencial de esquerda Roberto Sánchez de crimes financeiros. A informação foi veiculada pela agência RPP na terça-feira, 12, bastante próxima da atualização sobre a corrida presidencial no Peru.

Segundo a denúncia, Sánchez é acusado de apresentar declarações falsas em processos administrativos e de fornecer informações incorretas sobre contribuições de campanha, com base em documentos apresentados pelo seu partido em 2020 e 2021.

O promotor solicitou a prisão por cinco anos e quatro meses em caso de condenação e pediu a desqualificação do candidato. A defesa afirma que o responsável pelos relatórios financeiros era o tesoureiro da sigla, não Sánchez.

A acusação surge após a contagem do primeiro turno indicar que Sánchez avançava para o segundo turno contra a conservadora Keiko Fujimori, com 99,76% dos votos apurados. O resultado final deve ser anunciado até 15 de maio.

A RPP citou ainda que o advogado de Sánchez rejeita as acusações. Segundo ele, o responsável pelos relatórios era o tesoureiro, não o candidato, o que, segundo a defesa, pode descaracterizar o argumento policial.

Acompanhamento Legal e Contexto

Um juiz deverá decidir em 27 de maio se Sánchez irá a julgamento. O anúncio ocorre enquanto se aguarda a conclusão da apuração oficial dos votos e a definição do segundo turno no Peru.

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