- Senegal e o Fundo Monetário Internacional (FMI) vão continuar as negociações para lidar com o legado de dívida não divulgada, que chega a bilhões de dólares.
- As discussões entre o presidente Bassirou Diomaye Faye e a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, ocorreram durante a cúpula Africa Forward, em Nairóbi.
- O foco é a sustentabilidade da dívida e caminhos potenciais para uma solução, conforme comunicado da presidência senegalesa.
- As conversas devem prosseguir em missões futuras do FMI, com Faye supervisionando pessoalmente a questão.
- O objetivo é traçar um caminho para enfrentar o peso da dívida divulgada apenas parcialmente previamente.
Senegal e o Fundo Monetário Internacional (FMI) decidiram continuar as conversas para tratar das consequências de uma dívida de bilhões de dólares, anteriormente não divulgada, e traçar um caminho futuro.
As negociações envolveram o presidente Bassirou Diomaye Faye e a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, na margem da Africa Forward Summit, na capital do Quênia, Nairobi. O foco foi a sustentabilidade da dívida e possíveis caminhos para uma solução.
Segundo a presidência de Senegal, as discussões enfatizaram a necessidade de manter o equilíbrio fiscal e social, diante do impacto da dívida não revelada. As conversas irão prosseguir em missões futuras do FMI.
Faye vai acompanhar pessoalmente a condução das tratativas, conforme o anúncio. Não foram divulgados valores específicos nem cronograma detalhado para os próximos passos das negociações.
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