- O navio cargueiro sul-coreano HMM Namu foi atacado no Estreito de Ormuz, causando ruptura no casco e incêndio na sala de máquinas após objetos aéreos não identificados.
- As imagens divulgadas pelo Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul sugerem o uso de drones kamikaze.
- Seul enviou uma equipe de sete membros para investigar a embarcação, que está ancorada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
- O ataque aumenta a preocupação com a rota de Ormuz, uma passagem estratégica para o petróleo, que envolve cerca de 20% do petróleo e gás consumidos no mundo.
- O governo sul-coreano condenou o episódio e afirmou que irá responder assim que a origem do incidente for confirmada.
O governo da Coreia do Sul anunciou que o navio cargueiro Namu, com bandeira sul-coreana e operado pela HMM Co., foi atingido no Estreito de Ormuz por objetos aéreos não identificados em 4 de maio. O impacto provocou uma explosão e danos no casco, além de incêndio na sala de máquinas.
Seul divulgou imagens do episódio e informou que uma equipe de sete membros, com autoridades marítimas e de combate a incêndios, foi enviada para investigar a embarcação, que está ancorada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
Segundo a agência Yonhap, as imagens sugerem o uso de drones kamikaze, armamento já empregado por algumas potências na região. Não houve confirmação oficial sobre o grupo responsável pelo ataque.
O Estreito de Ormuz é uma rota estratégica, por onde passa parte do petróleo mundial. Desde o início das hostilidades entre Irã e Estados Unidos, o tráfego na área enfrentou bloqueios e tensões crescentes.
Investigação em curso
- A equipe sul-coreana participa de apuração para confirmar origem e responsáveis pelo ataque.
- O navio permanece sob monitoramento enquanto se avalia a extensão dos danos e eventuais impactos operacionais.
Contexto regional
- A escalada no Golfo Persa mantém o cenário de instabilidade e volatilidade nos preços internacionais de energia.
- Em resposta a propostas de paz, o Irã apresentou exigências aos EUA, que foram rejeitadas pelo governo de Donald Trump.
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