- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou ter se impressionado com o nível de deferência de Trump em relação a Lula durante encontro na Casa Branca.
- Durigan disse que Trump perguntou a Lula sobre a prisão e a vida do petista, indicando curiosidade sobre esse período.
- A reunião, na última quinta-feira, tratou de três temas centrais: relação bilateral, combate ao crime organizado transnacional e cooperação em minerais críticos estratégicos.
- Trump elogiou Lula, chamando-o de “bom homem” e destacando que a relação entre os dois é “boa” e com “química”, segundo a coletiva de imprensa.
- Lula, por sua vez, afirmou que a relação com Trump é sincera e muito boa, e afirmou que pode haver novas reuniões no futuro.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que Donald Trump questionou Lula sobre o período de prisão do ex-presidente durante encontro na Casa Branca, em Washington, na última quinta-feira (7). Durigan integrou a comitiva brasileira que acompanhou Lula.
Durigan disse ter ficado surpreso com o tom da conversa e com o nível de deferência de Trump em relação a Lula. O ministro relatou que o ex-presidente brasileiro foi questionado sobre a vida, a história e o período de detenção.
A reunião, segundo Durigan, teve três temas centrais: a relação bilateral, o combate ao crime organizado transnacional e a cooperação em minerais críticos estratégicos. O objetivo foi ampliar cooperação entre Brasil e EUA.
Reações após o encontro
Trump elogiou Lula, chamando-o de bom homem e destacando a percepção de que o diálogo foi produtivo. O ex-presidente brasileiro, por sua vez, afirmou que a relação com Trump é sincera e muito boa, destacando a boa química entre ambos.
Durigan informou que a conversa também tratou de questões comerciais, incluindo tarifas, e que houve a expectativa de ampliar o volume de negócios entre os dois países. Não houve menção a prazos ou compromissos específicos.
Pouco depois da reunião, Trump informou, em postagem pública, que o encontro foi produtivo e que pode haver novas reuniões com Lula no futuro. As declarações reforçam a leitura de uma aproximação entre os governos.
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