- Donald Trump viaja à China com uma delegação de executivos que inclui Tim Cook (Apple), Elon Musk (Tesla) e Cristiano Amon (Qualcomm).
- A comitiva também reúne Kelly Ortberg (Boeing), Larry Culp (GE Aerospace), Dina Powell McCormick (Meta), Larry Fink (BlackRock), Stephen Schwarzman (Blackstone), Michael Miebach (Mastercard), Ryan McInerney (Visa), Sanjay Mehrotra (Micron), Brian Sikes (Cargill), Jacob Thaysen (Illumina) e Jim Anderson (Coherent).
- Jensen Huang (Nvidia) não foi convidado, devido ao foco do encontro em aviação comercial e agricultura.
- A viagem deve partir nesta terça-feira (12) e as reuniões estão marcadas para quinta (14) e sexta-feira (15), em Pequim.
- Entre os temas, estão acordos comerciais e aquisições, com destaque para a Boeing e a possível venda de 500 aviões 737 Max, além de discussões sobre agricultura, energia e a prorrogação de trégua na guerra comercial.
Donald Trump vai à China acompanhado de executivos de grandes empresas, entre eles Elon Musk e Tim Cook. A comitiva foi confirmada pela Reuters na segunda-feira, com partida prevista para Pequim nesta terça (12).
Além de Musk (Tesla) e Cook (Apple), integram a delegação: Kelly Ortberg (Boeing), Larry Culp (GE Aerospace), Dina Powell McCormick (Meta), Larry Fink (BlackRock) e Stephen Schwarzman (Blackstone). A lista também inclui Michael Miebach (Mastercard), Ryan McInerney (Visa), Sanjay Mehrotra (Micron), Cristiano Amon (Qualcomm), Brian Sikes (Cargill), Jacob Thaysen (Illumina) e Jim Anderson (Coherent).
Ausência e convite para outras empresas
A delegação não traz Jensen Huang (Nvidia), segundo fonte da Casa Branca, por manter o foco em aviação comercial e agricultura. O CEO da Cisco, Chuck Robbins, recebeu convite, mas não poderá ir devido aos resultados financeiros da empresa nesta semana.
O que será discutido e contexto
As reuniões entre EUA e China devem ocorrer na quinta (14) e sexta-feira (15) em Pequim. Espera-se anúncios sobre acordos comerciais e parcerias, especialmente envolvendo Boeing, com possível venda de 500 aviões 737 Max e jatos de larga fuselagem com motores GE.
Também devem entrar na pauta temas de agricultura e energia, com anúncio de medidas para facilitar o comércio e investimentos entre as duas nações. A conversa pode incluir a possibilidade de prorrogar a trégua na guerra comercial entre EUA e China.
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