- O porta-aviões nuclear USS Nimitz (CVN-68) participa da missão Southern Seas 2026 no Brasil, no Rio de Janeiro, de 11 a 14 de maio.
- A embarcação atua acompanhada do destróier USS Gridley (DDG-101), em treinamentos conjuntos, intercâmbio técnico e demonstrações de operações com porta-aviões para fortalecer a cooperação regional.
- A missão já passou por Equador, Chile e Argentina, conforme information da Marinha dos EUA.
- O navio mede cerca de 333 metros de comprimento e 20 metros de altura, com propulsão nuclear que permite longos períodos de operação sem reabastecimento convencional.
- Esta é uma das últimas missões do Nimitz, que está em fase final de serviço após mais de 50 anos de operação.
O porta-aviões nuclear USS Nimitz (CVN-68) participa de uma operação militar conjunta entre EUA e Brasil no Rio de Janeiro, entre 11 e 14 de maio, na missão Southern Seas 2026. A atividade envolve treinamentos, intercâmbio técnico e demonstrações de operações com porta-aviões.
A unidade navega acompanhada pelo destróier USS Gridley (DDG-101). Segundo a Marinha dos EUA, o objetivo é fortalecer a cooperação regional por meio de exercícios com forças da América do Sul.
O Nimitz é o mais antigo porta-aviões em operação no mundo e tem cerca de 333 metros de comprimento e 20 metros de altura. A embarcação é movida por propulsão nuclear, o que dispensa reabastecimentos frequentes em longas operações.
Detalhes da missão
A passagem pelo litoral brasileiro inclui paradas técnicas e demonstrações de capacidade de combate, com foco no intercâmbio de táticas entre as marinhas envolvidas.
A missão Southern Seas 2026 já percorreu o Equador, o Chile e a Argentina, segundo a Marinha dos EUA. O navio permanece em operação próximo à costa sul-americana durante o período.
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