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Reino Unido promete jatos, drones e navio para defesa no Estreito de Hormuz

Missão defensiva multilateral para proteger o tráfego no Estreito de Hormuz, com drones, caças e o destróier HMS Dragon, apoiada por £115m

Royal Navy ship HMS Dragon will be in the Middle East ready for any mission, the MoD said
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  • O Reino Unido anunciou contribuir com drones, jatos de combate Typhoon e um destróier para uma missão defensiva no estreito de Hormuz, para proteger o tráfego marítimo.
  • A operação envolve mais de quarenta nações e começará quando as condições permitirem.
  • O pacote inclui sistemas autônomos para detecção e retirada de minas navais, além de drones-embarcação e medidas anti-drone, com financiamento de £ 115 milhões.
  • O destróier HMS Dragon já está a caminho do Médio Oriente para estar pronto, e o navio RFA Lyme Bay recebe upgrades para operações na região.
  • Mais de 1.000 militares britânicos já seguem na região em operações defensivas, segundo o Ministério da Defesa.

O Reino Unido anunciou que vai contribuir com drones, jatos de combate e um destróier para uma missão multinacional destinada a defender o tráfego de navios no Estreito de Hormuz. A divulgação foi feita pelo ministro da Defesa, John Healey, em cúpula virtual de ministros da Defesa.

A operação envolve mais de 40 países. Healey disse que a missão começará quando as condições forem favoráveis. A ofensiva concorre para monitorar e manter a livres de perigos as rotas de comércio marítimo na região.

O governo britânico informou que a missão é estritamente defensiva e tem como objetivo restabelecer a confiança no transporte comercial. O pacote inclui 115 milhões de libras para drones de vigilância e sistemas anti-mineração.

Além disso, o HMS Dragon, destróier de defesa aérea já a caminho do Oriente Médio, estará pronto para qualquer missão estatal na região. O RFA Lyme Bay continua recebendo atualizações de equipamentos para operações no Estreito.

A operação conta com o apoio de aliados e visa reduzir o impacto do conflito sobre a população no país anfitrião. Atualmente, mais de 1.000 militares britânicos já atuam na região em operações defensivas.

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