- A Rússia informou que desenvolveu o míssil nuclear Sarmat, capaz de atingir qualquer ponto do planeta, com teste bem-sucedido e produção em massa.
- O míssil intercontinental tem alcance de até 18 mil quilômetros e pode transportar várias ogivas nucleares, além de realizar manobras para evitar defesas.
- O presidente Vladimir Putin afirmou que a arma aumenta a dissuasão do país e é uma resposta a ameaças externas.
- O Ministério da Defesa diz que o Sarmat passou por testes de voo e combate e deverá substituir mísseis soviéticos ainda em uso.
- A comunidade internacional acompanha com cautela o avanço do arsenal nuclear russo, em meio a tensões com Estados Unidos, Otan e Ucrânia.
O governo russo anunciou nesta segunda-feira, 12, o desenvolvimento de um míssil nuclear capaz de atingir qualquer ponto do planeta. Segundo o Ministério da Defesa, o míssil, denominado Sarmat, já foi testado com sucesso e está em produção em massa. O anúncio foi feito pelo presidente Vladimir Putin, que disse tratar-se de uma resposta a ameaças externas.
O Sarmat é um míssil intercontinental de última geração, com alcance estimado de até 18 mil quilômetros. Pode transportar várias ogivas nucleares e realizar manobras para não ser detido por defesas antimísseis. Putin afirmou que a arma reforça a dissuasão do país e a segurança de seus aliados.
O lançamento ocorre em meio a tensões entre Rússia e Estados Unidos, com a Otan e a Ucrânia no centro de disputas diplomáticas. O Ministério da Defesa sinalizou continuidade na modernização do arsenal nuclear e em novas tecnologias militares, visando substituir mísseis soviéticos em uso.
Contexto internacional
O Sarmat foi desenvolvido pelo Instituto de Engenharia de Foguetes de Moscou, integrando o programa de modernização bélica da Rússia. O uso de testes de voo e combate foi destacando pela defesa, que aponta a capacidade de defesa e confiabilidade.
Fronteiras de atuação, produção prevista para os próximos meses e a defesa afirmam tratar-se de arma defensiva para preservar soberania. A comunidade global acompanha o tema com preocupação e chama por moderação e diálogo para evitar escaladas.
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