- Keir Starmer disse ao gabinete que não vai renunciar, mesmo diante de pressão para definir um cronograma de saída de ministros.
- Segundo o The Guardian, nenhum ministro pediu a renúncia de Starmer e ele desafiou o titular da Saúde, Wes Streeting, a formalizar uma oposição direta.
- Starmer afirmou que o processo interno do Partido Trabalhista para contestar a liderança não foi acionado e que assumiu responsabilidade pelos resultados eleitorais.
- Na manhã de hoje, Miatta Fahnbulleh, ministra das Comunidades, tornou-se a primeira do alto escalão a renunciar, com expectativa de novas demissões.
- Após a reunião, membros do gabinete demonstraram apoio público a Starmer, com o secretário do Trabalho e Pensões, Pat McFadden, ressaltando que ninguém o questionou e que o governo deve seguir em frente.
Keir Starmer anunciou ao gabinete, nesta terça-feira, que não pretende renunciar, mesmo diante de uma crise no governo. O primeiro-ministro afirmou que o limiar para uma disputa pela liderança ainda não foi atingido e que o processo interno não foi acionado.
Segundo a imprensa, pelo menos 80 dos 403 parlamentares trabalhistas demandaram definição de cronograma para a saída de membros do governo. A medida aponta para tentativas de reorganização interna sem destituir o líder atual.
Na manhã de hoje, Miatta Fahnbulleh, ministra das Comunidades, tornou-se a primeira do alto escalão a renunciar. Ainda não há confirmação oficial sobre o número de novas saídas, mas há expectativa de desdobramentos.
Após o encontro, ministros do gabinete manifestaram apoio a Starmer. O secretário do Trabalho e Pensões, Pat McFadden, informou que não houve questionamentos durante a reunião e que o governo deve seguir em frente.
A crise é atribuída aos resultados eleitorais e à necessidade de mudanças prometidas pelo Partido Trabalhista. O governo ressaltou que o processo de contestação de liderança continua inativo, mantendo a liderança atual no cargo.
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