- A ministra Alex Davies-Jones renunciou ao governo do primeiro-ministro britânico Keir Starmer nesta terça-feira, 12, mantendo o tom de pedir mudança imediata no comando.
- Davies-Jones pediu publicamente que Starmer “aja no interesse do país e estabeleça um cronograma para sua saída”.
- A renúncia se soma às de Jess Phillips, ministra do Interior, e Miatta Fahnbulleh, ministra da Descentralização, Fé e Comunidades.
- Mais de oitenta parlamentares do Partido Trabalhista pediram publicamente que o premiê estabeleça um cronograma para deixar o cargo.
- Em reunião de gabinete, Starmer reiterou que não há movimento oficial para disputa pela liderança e afirmou que continuará governando, recebendo apoio de ministros leais.
Três ministras deixaram o governo do primeiro-ministro Keir Starmer na terça-feira (12), no Reino Unido. A renúncia de Alex Davies-Jones, titular da pasta das Vítimas e Combate à Violência contra Mulheres e Meninas, eleva o número de saídas nesta semana para três, todas anunciadas no mesmo dia.
Davies-Jones comunicou a decisão por meio de uma carta publicada nas redes sociais, pedindo que Starmer aja no interesse do país e estabeleça um cronograma para sua saída. A parlamentar afirmou sentir que não há outra opção diante da situação atual.
As outras duas ministras que deixaram o governo são Jess Phillips, ministra do Interior, e Miatta Fahnbulleh, ministra da Descentralização, Fé e Comunidades. A sequência de renúncias ocorre em meio à pressão de mais de 80 parlamentares do Partido Trabalhista por uma definição de liderança.
Contexto político e desdobramentos
Em reunião do gabinete, Starmer manteve a posição de que não há movimentação oficial para iniciar uma disputa pela liderança, mesmo diante das pedidos de renúncia. Ministros leais ao premiê expressaram apoio à condução do governo.
A troca de ministros ocorre em meio a um cenário de críticas internas ao desempenho do governo desde a eleição de 2024, com promessas de mudanças e ajustes nas políticas de governo. O tema segue em foco conforme a gestão avança sob a maior crise de liderança recente.
Com informações da Reuters.
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