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Trump embarca em avião para encontro com Xi Jinping na China

Trump parte de Washington para visita de Estado à China, primeira desde 2017, para tratar de tecnologia e terras-raras com Xi Jinping.

Na imagem, Trump embarca em aeronave para viagem à China
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  • O presidente dos EUA, Donald Trump, deixou Washington para uma visita de Estado à China, com desembarque previsto em Pequim na quarta-feira, 13 de maio de 2026.
  • Esta é a primeira visita de Estado de um presidente norte-americano à China desde 2017.
  • A comitiva inclui doze executivos, entre eles Cristiano Amon, Elon Musk e Tim Cook.
  • Os temas em pauta são tecnologia e terras-raras, com possível flexibilização das restrições a exportações de itens tecnológicos Made in USA, como chips.
  • Pequim busca garantias de que os EUA não adotem futuras medidas retaliatórias, segundo a Reuters.

Donald Trump embarca de Washington para encontro de Estado com Xi Jinping na China, em 12 de maio de 2026. O objetivo é tratar de tecnologia e terras-raras, em uma visita marcada como a primeira de um presidente dos EUA ao país desde 2017.

A viagem segue até 13 de maio, com desembarque previsto em Pequim. Trump se reunirá com Xi Jinping para discutir temas bilaterais, incluindo possíveis flexibilizações em restrições a exportações de itens tecnológicos norte-americanos.

A comitiva inclui 12 executivos, entre eles Cristiano Amon, CEO da Qualcomm, Elon Musk, fundador da Tesla, e Tim Cook, CEO da Apple. A presença de líderes empresariais aponta para alinhamentos industriais durante o encontro.

Participantes e agenda

Além de discutir tecnologia, as conversas devem abordar fornecimento de terras-raras, componentes vitais para a fabricação de eletrônicos. Pequim busca garantias de que futuras medidas dos EUA não reforçarão retaliações comerciais.

A retomada da relação ocorre em meio a uma desaceleração da guerra comercial, após decisão da Suprema Corte dos EUA em fevereiro que considerou ilegais parte das tarifas aplicadas desde a administração anterior. A Reuters aponta que a China exige previsibilidade nas relações bilaterais.

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