- Lula recebeu Trump em reunião no Salão Oval da Casa Branca, na visita oficial aos Estados Unidos realizada em 7 de maio, com duração de cerca de três horas.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, que acompanhou o presidente brasileiro, afirmou que Trump questionou sobre a infância pobre de Lula no interior de Pernambuco; Lula disse que comeu pão ainda criança.
- Segundo Durigan, o republicano ficou “muito impressionado” com essa história.
- Também teriam sido abordados fatos de Curitiba, onde Lula ficou preso após a condenação na Operação Lava-Jato, em 2018; Trump perguntou se ele ainda sentia remorso pelo período.Em resposta, Lula afirmou que não guarda rancor.
- Depois, a conversa seguiu para temas oficiais da pauta, como tarifas adicionais dos Estados Unidos ao Brasil (retiradas em fevereiro de 2026) e outros interesses comerciais.
No Salão Oval da Casa Branca, Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump participaram de uma reunião privada durante a visita oficial do presidente brasileiro aos Estados Unidos no dia 7 de maio. A conversa, que durou cerca de três horas, tratou de temas políticos e comerciais entre os dois países.
Acompanhando Lula, esteve o ministro da Fazenda, Dario Durigan, que informou os detalhes em entrevista à TV Brasil com o apresentador José Luiz Datena. Durigan participou da comitiva que acompanhou o chefe de Estado em Washington.
Segundo Durigan, Trump questionou Lula sobre a infância pobre que o brasileiro teve no interior de Pernambuco. O ministro afirmou que o republicano ficou bastante impressionado com a história de vida do presidente brasileiro.
Durigan relatou ainda que o tema da prisão de Lula em Curitiba, após condenação no âmbito da Operação Lava-Jato, também entrou na conversa. Foi questionado se o petista ainda guarda remorso por aquele período.
Contexto da reunião
Após a abertura informal, Lula teria sinalizado disposição para avançar na agenda com temas de interesse comum, segundo o ministro. A partir daí, a sessão seguiu para questões de cooperação entre os governos.
Temas oficiais e desdobramentos
Entre os assuntos oficiais discutidos, Durigan citou tarifas adicionais aplicadas pelos EUA ao Brasil, que teriam sido retiradas em fevereiro de 2026. Também foram mencionados outros interesses comerciais de ambas as nações, ainda conforme o relato do ministro.
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