- Brasil e Estados Unidos vivem um redesenho da parceria comercial, em meio a disputas tarifárias e negociações entre os governos.
- A afirmação é da gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, durante o Brasil U.S. Industry Day, em Nova York.
- O evento reuniu mais de 500 lideranças empresariais e buscou ampliar a participação da indústria brasileira na agenda bilateral.
- A indústria defende reduzir barreiras tarifárias e ampliar a cooperação em áreas estratégicas como minerais críticos, inovação tecnológica e transformação digital.
- A executiva ressaltou que os EUA continuam sendo o principal destino de exportações brasileiras de maior valor agregado, mantendo a relação bilateral estratégica para o setor.
A Brasil e os Estados Unidos vivem um momento de redesenho da parceria comercial, em meio a disputas tarifárias e negociações em curso entre os governos. A avaliação é da gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, durante a primeira edição do Brasil U.S. Industry Day, em Nova York.
O evento reuniu mais de 500 lideranças empresariais dos dois países, conforme a Confederação Nacional da Indústria. A executiva disse que a indústria brasileira busca ampliar sua participação na agenda bilateral e intensificar a cooperação econômica entre Brasil e EUA.
Constanza Negri afirmou que a semana tradicional de atração de investimentos pode ganhar novo formato, com foco em inovação, digitalização e tecnologia. Ela destacou que os EUA continuam sendo destino relevante para exportações industriais de alto valor agregado brasileiro.
Agenda da indústria
A executiva explicou que a defesa da indústria inclui reduzir barreiras tarifárias e ampliar a cooperação em áreas centrais para a competitividade, como minerais críticos, inovação tecnológica e transformação digital. O objetivo é fortalecer investimentos e a integração produtiva entre os dois países.
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