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Brasil e EUA redesenham parceria comercial, diz gerente da CNI

Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta redesenho da parceria Brasil e Estados Unidos, com foco em inovação, digitalização e minerais críticos

Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) (Iano Andrade/CNI/.)
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  • Brasil e Estados Unidos vivem um redesenho da parceria comercial, em meio a disputas tarifárias e negociações entre os governos.
  • A afirmação é da gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, durante o Brasil U.S. Industry Day, em Nova York.
  • O evento reuniu mais de 500 lideranças empresariais e buscou ampliar a participação da indústria brasileira na agenda bilateral.
  • A indústria defende reduzir barreiras tarifárias e ampliar a cooperação em áreas estratégicas como minerais críticos, inovação tecnológica e transformação digital.
  • A executiva ressaltou que os EUA continuam sendo o principal destino de exportações brasileiras de maior valor agregado, mantendo a relação bilateral estratégica para o setor.

A Brasil e os Estados Unidos vivem um momento de redesenho da parceria comercial, em meio a disputas tarifárias e negociações em curso entre os governos. A avaliação é da gerente de Comércio e Integração Internacional da CNI, Constanza Negri, durante a primeira edição do Brasil U.S. Industry Day, em Nova York.

O evento reuniu mais de 500 lideranças empresariais dos dois países, conforme a Confederação Nacional da Indústria. A executiva disse que a indústria brasileira busca ampliar sua participação na agenda bilateral e intensificar a cooperação econômica entre Brasil e EUA.

Constanza Negri afirmou que a semana tradicional de atração de investimentos pode ganhar novo formato, com foco em inovação, digitalização e tecnologia. Ela destacou que os EUA continuam sendo destino relevante para exportações industriais de alto valor agregado brasileiro.

Agenda da indústria

A executiva explicou que a defesa da indústria inclui reduzir barreiras tarifárias e ampliar a cooperação em áreas centrais para a competitividade, como minerais críticos, inovação tecnológica e transformação digital. O objetivo é fortalecer investimentos e a integração produtiva entre os dois países.

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