- Donald Trump chegou a Pequim acompanhado de executivos de grandes empresas, sinalizando foco em tecnologia, aviação e agricultura durante a visita.
- Entre os presentes estão Tim Cook, CEO da Apple; Elon Musk, CEO da Tesla; e Jensen Huang, CEO da Nvidia.
- Huang participou da viagem de última hora durante escala no Alasca, em meio a interesses chineses em semicondutores e controles de exportação dos EUA.
- O governo dos Estados Unidos autorizou venda de alguns chips de IA menos avançados da Nvidia para a China, com taxa de 25%, enquanto há relatos de restrições chinesas à compra desses componentes.
- A Casa Branca informou que as conversas devem incluir a criação de conselhos comerciais EUA-China e de investimentos, com a participação de um grupo de 17 executivos, incluindo líderes de bancos e empresas de tecnologia.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Pequim acompanhado por um grupo de executivos de grandes empresas, sinalizando a importância dada pela administração a temas de tecnologia, aviação e agricultura na visita de Estado à China. A comitiva inclui nomes de peso do setor privado, que pretendem manter o acesso a um vasto mercado e à manufatura chinesa.
Entre os convidados estão Tim Cook, da Apple, Elon Musk, da Tesla, e Jensen Huang, da Nvidia. Huang integrou a viagem de última hora, durante uma escala no Alasca, após a divulgação de sua ausência inicial na lista de participantes. A presença deles ressalta o papel estratégico da China para cadeias de suprimento de semicondutores e para demanda de tecnologia.
Participantes e objetivos da viagem
Além dos três CEOs de tecnologia, seguem o presidente da Boeing, Kelly Ortberg, e o CEO da Cargill, Brian Sikes, na comitiva de Trump. A agenda deve incluir negociações sobre compras de produtos agrícolas e aeronaves, além de discussões sobre relações comerciais mais amplas. O governo americano também indicou a possibilidade de criação de conselhos binacionais para comércio e investimentos.
O grupo de 17 executivos envolve gestores de grandes empresas de tecnologia e instituições financeiras, como BlackRock, Blackstone, Citi, Goldman Sachs, Mastercard, Micron, Qualcomm, Meta e Visa. As conversas devem abordar temas como incentivos a investimentos, cooperação tecnológica e regras de comércio entre os dois países. O país anfitrião, por sua vez, sustenta interesses em manter o dinamismo de parcerias comerciais com os EUA.
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