- A China disse que recebe com satisfação a visita de Estado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que começa hoje, dia 13.
- O governo chinês afirmou estar pronto para expandir a cooperação e administrar as diferenças com os Estados Unidos.
- Os dois chefes devem discutir questões importantes da relação China–EUA, além de temas de paz e desenvolvimento mundial.
- As conversas, em Pequim, incluirão assuntos como comércio, a guerra no Irã e a venda de armas dos EUA para Taiwan.
- O governo americano disse que houve acordo entre altos funcionários dos dois países, no mês anterior, de que nenhum país deveria cobrar pedágio pelo tráfego na região do Estreito de Ormuz.
A China recebeu com satisfação a visita de Estado do presidente dos EUA, Donald Trump, que começa hoje e ocorre em Pequim. O governo chinês afirmou que está disposto a expandir a cooperação e administrar as diferenças entre os dois países. O porta-voz Guo Jiakun destacou que os encontros entre Trump e o presidente Xi Jinping devem abordar relações bilaterais, bem como paz e desenvolvimento mundial.
Trump chega a Pequim no final do dia para dois dias de reuniões. A agenda prevê uma recepção formal no Grande Salão do Povo e conversas sobre temas sensíveis que vão além do comércio. Entre os assuntos estão questões estratégicas, segurança regional e vias de cooperação.
Agenda da visita e temas-chave
Conforme a imprensa, as conversas devem cobrir a guerra no Irã e o papel de Pequim na região, além da venda de armas dos EUA para Taiwan. As partes buscam manter diálogo aberto para evitar atritos e facilitar acordos mutuamente benéficos.
Contexto geopolítico
Trump viajou com a fala de que não precisaria da China para encerrar o conflito com o Irã, sinalizando uma abordagem independente. O governo americano informou que altos funcionários dos dois países concordaram, no mês anterior, que nenhum país pode cobrar pedágios pelo tráfego na região, como forma de sinalizar consenso antes da cúpula.
A China é uma das principais compradoras de petróleo iraniano e mantém laços estreitos com Teerã. O país não contestou a versão de Washington sobre o entendimento sobre a circulação no Estreito de Ormuz, que é uma rota estratégica para o abastecimento mundial.
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