- A Colômbia passou a exigir seguro-viagem obrigatório para a entrada de qualquer turista estrangeiro, medida que já está em vigor.
- O seguro deixa de ser opcional e passa a integrar o check-list básico de viagem, junto com a passagem.
- Planos acessíveis já existem, a partir de cerca de R$ 9,23 por dia, com cobertura médica de até US$ 110 mil e benefícios como bagagem, cancelamento e assistência jurídica.
- A contratação é 100% digital e rápida, levando menos de três minutos; recomenda-se fazer junto com a compra das passagens.
- Além do seguro, continua exigido o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela; planejar a viagem é indicado.
A Colômbia tornou obrigatório o seguro-viagem para todos os visitantes estrangeiros. A medida está vigente e afeta quem pretende entrar no país, exigindo coberturas como condição de entrada. A inclusão do seguro transforma o item de opcional para essencial no planejamento da viagem, refletindo uma tendência global de maior rigor e organização no setor.
A novidade impacta especialmente turistas brasileiros, que antes costumavam deixar a proteção para depois. Especialistas destacam que a prioridade muda: o seguro passa a integrar o check-list básico de viagem, ao lado de passagem e reserva de hospedagem. Executivos do setor ressaltam que o custo costuma representar menos de 1% do valor total da viagem.
Segundo Hugo Reichenbach, da Real Seguro Viagem, a baixa adesão anterior estava ligada a percepções de custo e à ideia de que destinos próximos teriam custos médicos baixos ou cobertura de cartão de crédito suficiente. Ele afirma que essa visão não se confirma em emergências de saúde.
O risco de viajar sem seguro é destacado pelo consultor, com exemplos simples como intoxicação alimentar ou torção de tornozelo em destinos como Cartagena, que podem exigir pagamento significativo em clínicas privadas. O seguro evita surpresas financeiras e amplia a proteção em saúde e bagagem.
Planos de seguro já disponíveis no mercado aparecem com custos a partir de pouco mais de R$ 9 por dia, com cobertura médica de até US$ 110 mil e benefícios adicionais, como extravio de bagagem e cancelamento de viagem. Plataformas de comparação permitem avaliar opções rapidamente.
A contratação é facilitada: o processo é 100% digital, com comparação, escolha e emissão de apólice em poucos minutos, por e-mail ou WhatsApp. Mesmo assim, especialistas recomendam contratar junto com a compra de passagem para assegurar cancelamento e outras coberturas.
A obrigatoriedade ocorre em um momento de crescimento do turismo colombiano, com destinos como Bogotá, Medellín, Cartagena e o Parque Tayrona entre os favoritos de visitantes internacionais. O setor movimenta valores expressivos e segue em expansão.
A medida se soma a outros países que já exigem seguro-viagem, incluindo o Espaço Schengen, Cuba, Equador, Argentina e Emirados Árabes Unidos. Analistas ressaltam que o seguro protege a economia local e oferece respaldo aos estrangeiros.
Em relação à relação Brasil-Colômbia, o público brasileiro não deve perder a comparação com a prática internacional. A expectativa é de que a regra ajude a transmitir uma imagem de destino seguro e bem estruturado, fortalecendo a rota turística entre os dois países.
Além da obrigatoriedade do seguro, permanece a exigência do Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela. A recomendação é contratar o seguro no momento da decisão de viajar, assegurando coberturas que começam antes do embarque.
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