- Emirados Árabes Unidos negam que Benjamin Netanyahu tenha feito uma visita secreta ao país ou que haja comitiva militar no território, conforme o Ministério das Relações Exteriores.
- O governo dos Emirados afirmou que as relações com Israel são claras e baseadas nos Acordos de Abraão, não em canais secretos.
- O gabinete do primeiro-ministro israelense havia afirmado que ocorreu a viagem secreta durante a guerra com o Irã e reunião com o presidente emiradense.
- O ministério dos Emirados ressaltou que alegações de visitas não anunciadas não têm fundamento, a menos que sejam divulgadas pelos canais oficiais.
- Um ex-chefe de gabinete de Netanyahu declarou ter acompanhado a visita e ter sido recebido com honras em Abu Dhabi, antes da negação oficial.
A Guarda de Notícias informa que os Emirados Árabes Unidos negaram nesta quarta-feira (13) a existência de uma visita secreta do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ao país. O comunicado veio após o gabinete israelense divulgar informações sobre a suposta viagem.
O Ministério das Relações Exteriores dos Emirados afirmou que negam todas as notícias sobre a visita de Netanyahu ou de qualquer comitiva militar em solo emiradense. A nota destaca que as relações com Israel são claras e formais, baseadas nos Acordos de Abraão.
Segundo os Emirados, não há fundamento em alegações de visitas não anunciadas, a menos que sejam divulgadas por canais oficiais dos Emirados. O objetivo é manter a transparência sobre a normalização das relações entre ambos.
O gabinete de Netanyahu havia divulgado a informação de uma visita secreta, ocorrida durante a guerra entre EUA e Israel contra o Irã, com reunião alegada com o presidente Mohammed bin Zayed Al Nahyan. Não houve confirmação de data.
Anteriormente, Ziv Agmon, ex-chefe de gabinete de Netanyahu, afirmou nas redes sociais que acompanhou o premier na viagem e que ele foi recebido em Abu Dhabi com honras reais. As informações não foram verificadas de forma independente até o momento.
As declarações oficiais enfatizam que não houve divulgação oficial de nenhum encontro ou visita. A notícia ressalta que as informações precisam se apoiar em canais confirmados para evitar distorções sobre as relações regionais.
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