- O cargueiro russo Ursa Major afundou no Mar Mediterrâneo em dezembro de 2024, em águas internacionais a cerca de 110 quilômetros ao sul de Cartagena, sudeste da Espanha, com pelo menos 16 pessoas a bordo.
- Documento citado pela agência AFP aponta que a embarcação transportava componentes de dois reatores nucleares, semelhantes aos usados por submarinos; os reatores teriam sem combustível nuclear.
- A carga seria destinada à Coreia do Norte, segundo a CNN; a versão oficial anterior dizia que o navio seguia para Vladivostok.
- A Espanha informou ao Congresso que o capitão confessou levar os componentes; há suspeita de uso de torpedo para perfurar o casco, e a proprietária da embarcação mencionou possível atentado terrorista.
- O Instituto Geográfico Nacional indicou quatro sinais sísmicos que poderiam indicar explosões submarinas próximo ao local do naufrágio, e relatos não confirmados mencionam avaliações militares e visitas de navios espiões após o incidente.
O navio russo Ursa Major, que afundou no Mar Mediterrâneo em dezembro de 2024, transportava componentes de dois reatores nucleares, segundo documento obtido pela AFP. A embarcação naufragou em águas internacionais, a cerca de 110 km ao sul de Cartagena, no sudeste da Espanha, com 16 pessoas a bordo, incluindo dois marinheiros ainda não encontrados.
A investigação aponta que o cargueiro era alvo de sanções dos EUA. O capitão teria confessado que a carga era de componentes de reatores semelhantes aos usados por submarinos, sem combustível nuclear. A bordo também estavam informações que sustentam a hipótese de uso militar ou de alta tecnologia.
Sinais sísmicos e indícios no local
O Instituto Geográfico Nacional informou à AFP a detecção de quatro sinais sísmicos que podem indicar explosões submarinas, possivelmente associadas a atividades militares próximas ao naufrágio. As autoridades espanholas não confirmaram ligação direta com ações ofensivas.
Rumos e desdobramentos
A carga seguiria, segundo relatos, para a Coreia do Norte, com a versão oficial apontando saída de Vladivostok. A CNN cita a possibilidade de o navio ter sido alvo de uma operação ocidental para impedir o acesso aos componentes.
Contexto e hipóteses
A documentação menciona que o incidente pode ter envolvido o uso de torpedos para perfurar o casco. A proprietária da embarcação alegou um possível atentado terrorista na época. Ao redor dos destroços, atividades militares foram registradas recentemente, incluindo voos de aeronaves de detecção nuclear dos EUA.
Desdobramentos recentes
Fontes associadas ao tema indicam que um navio espião russo visitou o local uma semana após o naufrágio, com relatos de quatro explosões na área. As informações constam de relatos recentes que alimentam diversas hipóteses sobre as circunstâncias do afundamento.
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