- No dia 13, tiros foram ouvidos no Senado das Filipinas durante operação para prender o senador Ronald dela Rosa, procurado por crimes contra a humanidade.
- Dela Rosa está refugiado em seu gabinete parlamentar há dois dias; mais de dez militares em uniformes camuflados, alguns com fuzis, estavam no local.
- Testemunhas disseram que as rajadas ocorreram no segundo andar por volta de 19h46 no horário local (8h46 em Brasília), com seguranças orientados a buscar abrigo.
- Imagens da Reuters mostram Dela Rosa sendo levado para outra ala do prédio momentos antes do tiroteio.
- O senador havia convocado apoiadores para impedir sua prisão, dizendo que não permitiriam que outro filipino fosse levado para Haia.
No Senado das Filipinas, tiroteio interrompe operação para prender o senador Ronald dela Rosa. Segundo relatos, militares tentavam detê-lo no prédio quando houve disparos na manhã desta quarta-feira, 13. Dela Rosa está refugiado em seu escritório há dois dias.
Ainda não há confirmação sobre motivação ou responsáveis pelo ataque, nem sobre eventuais feridos. Mais de 10 militares em fardas camufladas participavam da ação, com alguns portando fuzis de assalto, segundo a Reuters.
Testemunhas relataram correria e orientação para se abrigarem. Imagens da agência mostram Dela Rosa sendo conduzido a outra ala do prédio pouco antes do tiroteio. O senador chegou a convocar apoiadores para impedir a prisão, em tom de resistência.
Desdobramentos
A tensão envolve autoridades filipinas e o que ocorre no interior do Senado. Dela Rosa, que chefiou a polícia, é apontado como alvo em investigação por crimes contra a humanidade, relacionados a operações durante seu governo. A notícia continua a ser atualizada pelas agências de notícias.
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