- Suíça fica em primeiro lugar no Índice de Imigração 2026 da Remitly Global, com 60,77 pontos; Islândia fica em segundo e Luxemburgo em terceiro.
- Austrália e Alemanha sobem, ocupando quarto e quinto lugares, respectivamente; Espanha surpreende chegando à décima posição (56,10).
- Brasil aparece na 46ª posição entre 82 países avaliados, no ranking geral do estudo.
- A avaliação envolve 34 fatores em 16 categorias, como emprego, segurança, renda, bem-estar e meio ambiente; não considera vistos.
- Na América Latina, Chile se destaca em mobilidade pública, Costa Rica aparece entre os mais felizes, e México entra no top 10 em bem-estar.
A Suíça ocupa o topo do Índice de Imigração 2026 da Remitly Global, com 60,77 pontos, à frente da Islândia, que soma 60,24. Luxemburgo completa o top 3, com 60,12. O estudo avaliou 82 países com 34 fatores em 16 categorias, como emprego, segurança, renda, bem-estar e meio ambiente.
A Austrália avançou 6 posições, alcançando o 4º lugar com 59,05 pontos, puxada pela saúde, pela felicidade e pela qualidade ambiental. A Alemanha subiu também seis posições, ficando em 5º, por desempenho sólido nesses mesmos quesitos.
Segundo a Remitly, o índice não considerou vistos, cujos requisitos variam conforme a origem e o perfil profissional. A análise destaca domínio de potências europeias, mas observa que alguns países da América Latina superam grandes economias em indicadores específicos.
Os melhores países para emigrar em 2026
A lista dos 20 melhores começa com Suíça (60,77) e Islândia (60,24). Luxemburgo aparece em terceiro (60,12). A Espanha chama atenção ao subir para a 10ª posição, com 56,10 pontos, impulsionada por serviços de educação internacional, licenças parentais e cuidado infantil acessível.
A Espanha registrou a maior variação positiva do ranking, seguida por França ( +10) e Itália ( +10). Entre os tradicionais destinos, Estados Unidos aparecem em 7º lugar e Reino Unido em 15º. O Canadá fica em 16º, com leve queda.
América Latina e o Índice de Imigração
Na região, Costa Rica fica em 44º lugar, México em 45º e Brasil em 46º. Chile ocupa a 47ª posição. Apesar do desempenho médio da região, há destaques: o Chile tem alta cobertura de transporte público, e a Costa Rica figura entre os mais felizes do mundo, impulsionada por bem-estar e saúde universal.
O México entra no top 10 de uma categoria que avalia bem-estar e apoio social. Guatemala e Cuba aparecem entre as menores taxas de desemprego, com Cuba refletindo o peso do setor público na estrutura do mercado de trabalho.
Observações da metodologia
O estudo utiliza dados de instituições como Banco Mundial, Yale e OCDE, entre outras. A pontuação máxima é 100, e o levantamento não incorpora variáveis de vistos. Fontes locais e internacionais sustentam as classificações apresentadas pelos pesquisadores.
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