- O presidente dos EUA, Donald Trump, chegou à China na manhã de quarta-feira, 13, para encontro com o presidente Xi Jinping, em uma visita histórica de quase uma década sem precedentes de um chefe de Estado americano ao país.
- Trump desembarcou no Aeroporto Internacional de Pequim às 19h50, após voo de Washington com escala no Alasca, acompanhado por Jensen Huang, Elon Musk, Tim Cook e outras autoridades.
- Foi recebido com tapete vermelho, cerimônia de boas-vindas com cerca de 300 crianças, guarda de honra militar e banda; Trump seguiu em limusine para o hotel, sem compromissos públicos anunciados para a noite.
- A agenda envolve temas como terras raras, tarifas, o conflito no Irã, limites da inteligência artificial, venda de armas e cooperação econômica, além da guerra comercial e extensão de acordos tarifários.
- Antes da chegada, a China afirmou estar disposta a ampliar a cooperação com os EUA e gerenciar as diferenças, com foco em relações econômicas e no cenário internacional.
Donald Trump desembarcou na China na manhã de quarta-feira, 13, para encontro com Xi Jinping. A visita marca a primeira de um presidente dos EUA à China em quase uma década.
A chegada ocorreu no Aeroporto Internacional de Pequim às 19h50, após voo de Washington com passagem pelo Alasca. A comitiva incluía Jensen Huang, Elon Musk, Tim Cook e outras autoridades.
No desembarque, Trump foi recebido com um tapete vermelho, cerimônia de boas-vindas com guarda de honra e banda militar. O republicano seguiu em limousine para o hotel, sem compromissos públicos confirmados para a noite além da recepção oficial por Xi Jinping.
Ao longo da viagem, a agenda prevê tratar de temas como terras raras, tarifas, o conflito no Irã e limites da inteligência artificial, além de discutir venda de armas e cooperação econômica.
Também estão previstos debates sobre a guerra comercial, acordos tarifários e relações bilaterais no cenário global.
Horas antes da chegada, a China já havia dado as boas-vindas oficiais e ressaltado a disposição de ampliar a cooperação com os Estados Unidos, buscando gerenciar as diferenças entre as duas nações.
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