- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, viaja à China com uma missão de abrir o mercado para empresas americanas e incluiu Jensen Huang, presidente-executivo da Nvidia, na comitiva de CEOs.
- A viagem acontece durante a primeira visita de um presidente norte-americano à China em quase uma década, com Trump buscando ganhos econômicos e apoio popular.
- O grupo de CEOs acompanha Trump para tratar de cuestiones comerciais com a China, incluindo a Nvidia, que enfrenta dificuldades para autorização regulatória de venda de chips de IA H200 no país.
- Trump pediu a Xi Jinping que “abra” a China para as empresas americanas; o acordo comercial entre as duas maiores economias está sob continuidade de negociações, com o envio de mensagens entre Washington e Pequim.
- Além de comércio, as conversas devem abordar a guerra no Irã e a venda de armas dos EUA para Taiwan, com Pequim reiterando oposição à venda de armamentos para a ilha.
O presidente dos EUA, Donald Trump, planeja abrir o mercado chinês para empresas americanas durante visita a Pequim, acompanhando Jensen Huang, CEO da Nvidia, em agenda que inclui dois dias de encontros com Xi Jinping. A operação ocorre após uma parada no Alasca, no trajeto rumo à China.
Trump planeja pedir a Xi que facilite a atuação de empresas americanas na China, destacando a Nvidia como exemplo de tecnologia de ponta enfrentando entraves regulatórios para vender chips de IA no país. A comitiva inclui executivos de empresas com interesse no mercado chinês.
O grupo de CEOs chega a Pequim em meio a negociações diplomáticas envolvendo comércio, tecnologia e questões geopolíticas. Scott Bessent, principal negociante comercial dos EUA, encerrou tratativas com autoridades sul-coreanas para manter o acordo entre as duas maiores economias.
Agenda e expectativas
Trump интегará reuniões com Xi Jinping com eventos oficiais, como cerimônia no Grande Salão do Povo, visita ao Templo do Céu e banquete de Estado, buscando ganhos econômicos e recuperação de popularidade.
A China afirma buscar ampliar cooperação e gerenciar divergências para trazer estabilidade mundial, apesar da resistência a alguns temas. O encontro ocorre em meio a tensões sobre venda de armas dos EUA a Taiwan e o uso de tecnologia sensível.
A disputa envolvendo Taiwan continua em pauta, com Pequim reiterando oposição a pacotes de defesa dos EUA para a ilha. Washington tem obrigação legal de apoiar Taiwan, mesmo sem ligações diplomáticas formais.
Entre na conversa da comunidade