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Banquete na China desafia paladar de Trump, fã de McDonald’s

Banquete em Pequim marca tom de cooperação sino-americana, com acordo de manter Estreito de Ormuz aberto e evitar armas nucleares no Irã

Os presidentes Donald Trump, dos EUA, e Xi Jinping, da China, durante jantar em Pequim. 14/05/2026
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  • Trump participou de um jantar de Estado em Pequim, com menu que incluía lagosta, pato laqueado e costelas, e é fã de McDonald’s.
  • Antes da degustação, o presidente dos Estados Unidos elogiou Xi Jinping, chamou a recepção de magnífica e convidou Xi para visitar a Casa Branca em setembro.
  • Xi destacou conversas profundas sobre as relações bilaterais e afirmou que China e Estados Unidos devem ser parceiros, não rivais.
  • Os líderes trataram de questões internacionais, como Oriente Médio, Ucrânia e a península coreana, buscando uma relação estratégica estável com competição moderada.
  • Em comum acordo, mantendo o Estreito de Ormuz aberto, a China se opôs à militarização do estreito e ao pedágio; Xi mencionou interesse em comprar mais petróleo americano e ressaltou que o Irã não deve ter armas nucleares.

Trump enfrenta banquete em Beijing durante encontro com Xi Jinping

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participou do jantar de Estado em Pequim na quinta-feira, 14, enquanto negocia questões sensíveis com a China. O cardápio incluiu lagosta em sopa de tomate, costelas de boi, pato laqueado, legumes, salmão com molho de mostarda, pão de porco frito e um pastel em formato de trombeta. A refeição ocorreu no contexto de uma agenda diplomática entre os dois países.

Antes do jantar, Trump elogiou Xi Jinping em um discurso, chamando o encontro de fantástico e agradecendo pela recepção. Ele destacou o respeito mútuo entre as Lideranças e afirmou que as conversas foram produtivas. O presidente também convidou Xi para visitar a Casa Branca em setembro.

Xi Jinping ressaltou a importância das conversas sobre as relações bilaterais e a dinâmica internacional. O líder chinês disse que China e EUA devem manter uma parceria estável, evitando o confronto, e que ambos podem ganhar com cooperação. A declaração oficial apontou avanços para uma relação estratégica construtiva.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores da China, os chefes de estado discutiram temas internacionais, como Oriente Médio, Ucrânia e península coreana, com a meta de manter a cooperação. A Casa Branca informou que ambos concordaram em evitar a militarização do Estreito de Ormuz e manter o tráfego de energia. Xi enfatizou interesse em ampliar compras de petróleo americano.

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