- Autoridades filipinas investigam relatos de que o senador Ronald dela Rosa, procurado pela Corte Penal Internacional, deixou discretamente o Senado antes do amanhecer.
- A informação é que ele ficou dias no local tentando evitar a prisão e pode ter saído sem ser detectado, segundo a imprensa.
- Na sequência, houve tiros dentro do edifício do Senado, levando a confusão e medidas de segurança reforçada.
- O presidente Ferdinand Marcos afirmou que não houve participação de autoridades do governo e que não houve instruções para prender dela rosa; ele questionou se o episódio visava desestabilizar o governo.
- A polícia deteve uma pessoa ligada ao incidente e a investigação continua.
Um senador filipino é alvo de investigação da ICC, após relatos de que estaria fora do Senado onde se abrigava para evitar a prisão. As informações foram confirmadas por uma autoridade oficial.
O senador Ronald dela Rosa, ex-chefe da polícia, é investigado pela ICC por suposta participação na sanguinária cruzada antidrogas durante a gestão do ex-presidente Rodrigo Duterte. Ele nega as acusações.
Autoridades tentam confirmar a fuga de Dela Rosa do prédio do Senado, onde havia passado dias evitado a prisão. Acompanhamento de imprensa aponta que ele teria saído sem ser visto antes do amanhecer.
Clare Castro, secretária de imprensa da presidência, informou que não foram iniciadas operações para prender o parlamentar e que a localização dele ainda está sendo verificada. Não houve confirmação oficial imediata.
O Senado registrou momentos de tensão após disparos serem ouvidos no interior do prédio, causando correria entre repórteres e funcionários. Não há confirmação de feridos até o momento.
Segundo informações, Dela Rosa pediu proteção aos aliados dentro do Senado, que ofereceram abrigo durante a crise. Ele já havia dito que a prisão seria imminent e convocado apoiadores a manter vigilância externa.
O presidente Ferdinand Marcos afirmou que nenhum agente do governo participou do episódio e questionou se a ocorrência visa desestabilizar o governo ou provocar caos. A acusação envolve o suposto apoio a mortos na campanha antidrogas.
A polícia informou que prendeu uma pessoa ligada ao incidente na segunda andar do edifício do Senado. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias dos disparos e a possível ligação com a fuga.
Dela Rosa liderou operações de combate às drogas durante a administração Duterte e faz parte de um conjunto de oito coautores citados pela ICC no caso contra o ex-presidente. A causa envolve autorizar e promover execuções ligadas à war on drugs, segundo a ordem de prisão desdobrada recentemente.
A assessoria do ICC aponta que o inquérito investiga ações que teriam contribuído para homicídios e violações associadas. A autoridade filipina não confirmou detalhes operacionais da busca neste momento.
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