- O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o país está preparado para voltar a agir militarmente contra o Irã, mesmo com golpes recebidos no último ano.
- as declarações ocorreram em meio a esforços diplomáticos entre Estados Unidos e China sobre o programa nuclear iraniano e a segurança no estreito de Ormuz.
- Katz disse que o Irã sofreu golpes severos, mas que a missão ainda não terminou e os objetivos da campanha precisam ser concluídos.
- o chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel já havia sinalizado prontidão para retomar combates se necessário, em várias frentes, incluindo a região da Cisjordânia e Teerã.
- o fornecimento de energia global depende da estabilidade do estreito de Ormuz, tema destacado na reunião entre Trump e Xi Jinping.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que o país está pronto para agir novamente contra o Irã, mesmo com golpes anteriores que teriam atingido Teerã nos últimos 12 meses. As declarações foram dadas em meio a esforços diplomáticos entre Estados Unidos e China sobre o programa nuclear iraniano e a segurança no estreito de Ormuz.
Katz destacou que, apesar dos impactos contra o Irã, a missão de Israel não terminou e os objetivos da campanha precisam ser atingidos. Ele sugeriu ainda que a possibilidade de ação militar permanece, caso seja necessário para eliminar a chamada “ameaça existencial” representada pelo Irã.
O comentário ocorre após o chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel ter dito que o país está pronto para retomar combates se preciso, abrangendo desde a Cisjordânia até Teerã. Esse posicionamento acompanha a intensificação da retórica israelense em meio a tensões regionais.
Contexto diplomático entre EUA e China
A articulação entre Washington e Pequim ganhou relevância ao tratar do Irã e da segurança no estreito de Ormuz. O governo americano manifestou, em reunião com Xi Jinping, que o Irã não pode possuir arma nuclear. Também houve consenso sobre manter o estreito aberto para o fluxo global de energia.
Para o governo dos EUA, o secretário de Estado destacou que houve convergência de posições com a China sobre o Irã e o desdobramento de ações no Oriente Médio, inclusive em relação a Ormuz. Pequim reiterou oposição à militarização da região e ao desenvolvimento de armamento nuclear.
O período de tensão no Oriente Médio tem sido marcado por encontros entre líderes dos dois países e por negociações de diplomatas, com foco na estabilidade regional e no controle de ações militares. O estreito de Ormuz permanece no centro das discussões pela importância estratégica para o abastecimento global.
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