- O conflito entre Israel e o Hezbollah continua e aprofunda as divisões no Líbano.
- Apoios ao Hezbollah o chamam de “a resistência” e veem o combate como existential.
- Mesmo com acordo de cessar-fogo, Israel ainda ocupa parte do sul do Líbano e exige desarmamento do Hezbollah para a paz.
- Essa visão é compartilhada por muitos libaneses, que discutem o futuro da organização dentro do país.
- A Guardian viaja pelo Líbano para entender como o conflito amplia as divisões e afeta a vida cotidiana.
O conflito entre Israel e o Hezbollah permanece em curso, aprofundando as fissuras no Líbano. Apoiadores do Hezbollah veem o grupo como resistência e defendem que o confronto é existencial para o país.
Apesar de uma suposta trégua, Israel continua ocupando partes do sul do Líbano e afirma que a paz só será possível com o desarmamento do Hezbollah, posição compartilhada por muitos libaneses.
A reportagem percorre o território para entender como as hostilidades influenciam a vida cotidiana, inclusive deslocamentos, economia e tensões entre comunidades em diferentes regiões.
Entre as consequências, destacam-se impactos sobre serviços públicos, comércio local e a mobilização política de setores que apoiam ou condenam a resistência, conforme narrativas locais.
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