- Marco Rubio afirmou que a política dos EUA sobre Taiwan permanece inalterada, após reunião de alto nível em Pequim realizada nesta quinta-feira (14).
- Rubio destacou que a China sempre levanta a questão e que os EUA continuam deixando clara a sua posição, sem mudanças no status quo.
- Segundo o secretário, a estabilidade estratégica é um ponto comum entre Washington e Pequim; o tema de futuras vendas de armas para Taiwan foi discutido, mas sem destaque na agenda de hoje.
- Trump havia sugerido discutir a venda de armas com Xi Jinping; o líder americano disse que faria a conversa, enquanto Xi alertou que discordância sobre Taiwan pode tornar as relações perigosas.
- Taipei afirmou que não houve surpresas na cúpula e reiterou que a pressão militar chinesa é a principal ameaça à paz na região.
A política dos Estados Unidos em relação a Taiwan permanece inalterada, informou o secretário de Estado, Marco Rubio, após reunião entre altos funcionários em Pequim, na quinta-feira (14). A China costuma trazer a questão à tona, e os EUA reiteraram sua posição.
Rubio afirmou que a discussão tratou da estabilidade estratégica na relação bilateral. Segundo ele, mudanças forçadas no status quo dariam ruim para ambos os lados, e o Congresso também influencia as decisões sobre armamento a Taiwan.
O tema de futuras vendas de armas para Taiwan já foi discutido, mas não teve destaque na reunião, afirmou o secretário. O pacote legislativo de US$ 14 bilhões continua em pauta, com o governo avaliado como responsável pela decisão final.
Antes da viagem, Donald Trump sinalizou que discutiria com Xi Jinping o tema das armas para Taiwan, o que gerou tensões sobre possíveis impactos nas vendas. Trump afirmou que manteria essa conversa durante o encontro.
Durante a cúpula em Pequim, Xi alertou que a discordância sobre Taiwan pode tornar a relação EUA-China perigosa, potencialmente levando a um conflito. A observação foi destacada em resumo divulgado pela imprensa chinesa.
Taipei disse que não houve surpresas na cúpula e ressaltou que a pressão militar chinesa é a principal ameaça à paz regional. Analistas divergem sobre o impacto da conversa nas vendas de armamento.
Contexto adicional aponta que, mesmo sem relações diplomáticas formais, os EUA têm obrigação legal de municiar Taiwan para defesa. A tensão com a China permanece central para a política externa americana.
Entre na conversa da comunidade