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Rússia realiza o maior ataque à Ucrânia desde o início da guerra

Rússia faz o maior ataque à Ucrânia desde o início da guerra, com mais de 1,5 mil drones e 22 mortos após o cessar-fogo

Rússia faz o maior ataque à Ucrânia desde o início da guerra — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
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  • Rússia realizou o maior ataque contra a Ucrânia desde o início da guerra, com mais de mil e quinhentos drones em pouco mais de vinte e quatro horas, além de mísseis.
  • Ao menos 22 pessoas morreram; as defesas aéreas abateram a maioria dos drones, mas muitos chegaram às áreas habitadas.
  • Em Kiev, bombeiros trabalham para localizar desaparecidos sob escombros de um prédio; uma ogiva de míssil foi encontrada presa em um apartamento.
  • O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que o Kremlin não recua e pediu que Estados Unidos e China usem sua influência para conter Moscou; o Reino Unido anunciou envio de mais defesa aérea.
  • A Ucrânia também atacou o território russo, enquanto a Rússia disse ter destruído centenas de drones ucranianos.

O ataque mais intenso desde o início da guerra ocorreu após um cessar-fogo de fim de semana, com Ucrânia e Rússia trocando bombardeios pesados. Ao todo, 22 pessoas morreram em diferentes frentes do conflito.

Segundo o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, a Rússia utilizou mais de 1,5 mil drones, além de mísseis, em pouco mais de 24 horas. As defesas aéreas de Kiev conseguiram neutralizar grande parte dos equipamentos, mas os ataques que passaram pelas linhas de defesa causaram mortes e destruição.

Em Kiev, equipes de resgate trabalharam para localizar desaparecidos sob os escombros de um prédio atingido. Moradores relataram cenas de desespero, com relatos de crianças entre os moradores de um bloco residencial que desabou. Em outra região da capital, voluntários retiraram a ogiva de um míssil que ficou alojada em um apartamento sem explosão.

Zelensky afirmou que a ofensiva demonstra a indisponibilidade do Kremlin em recuar. O presidente pediu apoio internacional para persuadir Moscou a interromper as hostilidades. O governo britânico informou o envio de novos equipamentos de defesa aérea à Ucrânia.

Ao mesmo tempo, a Ucrânia anunciou ataques de retaliação contra território russo. Moscou comunicou ter abatido centenas de drones ucranianos, em um dos desdobramentos mais amplos do conflito. As ações mútuas mantêm a escalada operacional entre as tropas de ambos os lados.

Repercussões internacionais chegaram ao Vaticano. Em Roma, o Papa Leão XIV criticou o rearmamento europeu, destacando que aumento de armas não configura defesa e pode agravar tensões diplomáticas. O pontífice também alertou para o uso de novas tecnologias na guerra moderna e preservação do diálogo diplomático.

Situação atual aponta para pressão diplomática global diante das novas ofensivas, com autoridades reforçando a necessidade de canais de negociação e monitoramento de cessar-fogos, além de ações de defesa civil para minimizar danos à população civil.

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