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Trump afirma que China aceitou comprar 200 aviões da Boeing

China deve encomendar 200 jatos da Boeing, acordo anunciado durante a visita de Trump a Pequim; ações da fabricante caem mais de 4%

Chineses em Pequim acompanham em telão a visita de Trump a Xi Jinping (Foto: WU HAO/EFE/EPA)
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  • Trump afirmou que a China vai encomendar 200 jatos da Boeing, primeiro acordo comercial anunciado durante a visita de três dias a Pequim.
  • O presidente disse que os 200 aviões da Boeing vão gerar muitos empregos, acrescentando que a empresa queria 150 pedidos e fechou em 200.
  • Pequim ainda não se pronunciou; ações da Boeing caíram mais de 4% após a entrevista, alimentando especulações sobre possíveis pedidos maiores.
  • Antes do encontro com Xi, Trump disse que pediria à China para abrir-se mais às empresas americanas; a delegação incluía Tim Cook, Kelly Ortberg, Dina Powell, Jensen Huang e Elon Musk.
  • O primeiro-ministro chinês Li Qiang afirmou que China e Estados Unidos podem e devem continuar sendo amigos e parceiros, segundo a agência EFE.

Donald Trump afirmou nesta quinta-feira (14) que a China vai encomendar 200 aviões da Boeing, em um acordo divulgado durante a visita de três dias do presidente americano a Pequim. A declaração ocorreu em entrevista à Fox News, na qual citou Xi Jinping.

De acordo com Trump, a Boeing solicitou um pedido menor, mas o acordo final ficou em 200 jatos. O atual líder chinês é apontado como responsável pela decisão, segundo o republicano. Não houve confirmação oficial imediata por parte de Pequim.

As ações da Boeing caíram mais de 4% após a entrevista, alimentando especulações de negociações anteriores sobre pedidos de 500 ou mais aeronaves. Pequim ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Repercussões e contexto

A delegação de Trump em Pequim inclui executivos de grandes empresas, como Tim Cook (Apple), Kelly Argood? Ortberg (Boeing), Dina Powell (Meta), Jensen Huang (Nvidia) e Elon Musk (Tesla, SpaceX e X). A presença de líderes empresariais sinaliza interesses econômicos durante a reunião.

O primeiro-ministro chinês Li Qiang reuniu-se com empresários americanos e afirmou que China e Estados Unidos podem e devem manter relação de amizade e parceria. Li destacou que diferenças históricas não impediram o desenvolvimento estável das relações bilaterais.

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