- Trump destacou a “amizade” entre EUA e China e disse que os dois países terão um futuro fantástico juntos.
- Xi Jinping afirmou que a relação deve trazer ganhos mútuos e alertou que tratar mal a questão de Taiwan pode gerar conflitos.
- O líder chinês citou a “armadilha de Tucídides” e pediu cooperação, ressaltando que China e Estados Unidos têm tudo a ganhar com parceria.
- A reunião a portas fechadas durou cerca de duas horas e quinze minutos, seguida de visitas ao Templo do Céu.
- A questão de Taiwan foi apresentada como o tema mais sensível nas trocas bilaterais, com a necessidade de manter a paz no Estreito de Taiwan.
Trump busca aproximação com Xi enquanto Xi alerta para risco de conflito por Taiwan
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder chinês Xi Jinping estiveram reunidos em Pequim, em evento marcado por uma recepção cordial e cochichos entre eles. Trump disse que os EUA e a China poderão ter um futuro fantástico juntos, destacando uma relação construída a partir de ganhos mútuos.
Xi enfatizou que as duas nações devem agir com cooperação para evitar o confronto. Ele citou a ideia de que a China e os Estados Unidos têm tudo a ganhar com parcerias, e que a independência de Taiwan não é compatível com a paz no Estreito de Taiwan. A reunião durou cerca de duas horas e quinze minutos, em portas fechadas.
A agenda incluiu reforço de diálogo e esclarecimentos sobre pontos sensíveis. Xi reiterou repetidamente que manter a paz no Estreito de Taiwan é o maior denominador comum entre os dois países, segundo a imprensa estatal Xinhua. A visita prosseguiu com uma visita ao Templo do Céu, em Pequim.
Taiwan como tema central
Durante a sessão, a questão taiwanesa foi apresentada como o tema mais sensível das relações bilaterais. O chanceler chinês, Wang Yi, já sinalizou aos EUA que esse é o ponto que exige maior cautela nas trocas entre Washington e Pequim.
A cerimônia em grandes salões ocorreu no Grande Salão do Povo, palco histórico de encontros entre dirigentes. O local foi o mesmo onde Xi recebeu Trump pela primeira vez, em 2017, após a eleição do norte-americano. A comitiva dos dois lados incluiu assessores próximos e diplomatas.
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