- O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, disse que a decisão da Espanha de não participar do Eurovision é coerente e que o país está do lado certo da história.
- A final da 70ª edição do Eurovision acontece em Viena neste sábado, em meio a protestos e ao boicote à participação de Israel, apoiados por mais de mil artistas.
- Além da Espanha, Islândia, Irlanda, Países Baixos e Eslovênia não participarão do evento como forma de protesto.
- As emissoras públicas da Espanha, Irlanda e Eslovênia não transmitirão o festival, programando conteúdos alternativos.
- O festival reunirá participantes de 35 países, o menor número desde a ampliação de 2004, e também há manifestações contra a guerra em Gaza.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, afirmou que a decisão de não participar do Eurovision 2026 é coerente e que o país está do lado certo da história. A final da 70ª edição ocorre neste sábado, em Viena, em meio a protestos contra a participação de Israel no evento.
Além da Espanha, Islândia, Irlanda, Países Baixos e Eslovênia também anunciaram ausência na final, como forma de protesto. Mais de mil artistas também pediram boicote ao concurso, segundo relatos da imprensa.
Sánchez divulgou um vídeo nas redes sociais em que comenta a decisão de Madrid. Em comunicado, as emissoras públicas espanholas informaram que não transmitirão a final no país, substituindo a programação por conteúdos alternativos.
Contexto e desdobramentos
O evento mundial deve reunir artistas de 35 países, o menor número desde a ampliação de 2004. Manifestantes prometem manter o foco em críticas à recente ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, em resposta ao ataque do Hamas de 7 de outubro de 2023.
A organização do Eurovision não confirmou mudanças administrativas, mas reforçou que o festival segue o regulamento vigente. A expectativa é de que o tom de cobertura na imprensa e entre os fãs concentre-se nos debates sobre a participação de Israel no evento.
Entre na conversa da comunidade