- Em visita à China, o ex-presidente Donald Trump afirmou que o urânio de 440 kg com enriquecimento de 60% está sob vigilância 24/7 por nove câmeras.
- O material, que foi citado como justificativa para uma possível guerra com o Irã, estaria sob monitoramento constante e não seria acessível.
- Trump disse que, se pudesse, retiraria o material do país, mas considerou a retirada “mais para relações públicas do que para qualquer outra coisa”.
- A declaração aconteceu durante a viagem dele à China, em meio a discussões sobre política externa.
- A afirmação foi publicada pela Bloomberg como parte de suas declarações sobre o tema.
Donald Trump afirmou, durante uma passagem pela China, que o acúmulo de 440 kg de urânio enriquecido a 60% que sustentava a justificativa para uma possível guerra com o Irã está sob vigilância contínua, com nove câmeras, impedindo qualquer aproximação. Segundo o ex-presidente, a presença do material tem atualmente monitoramento constante.
Ele disse que, na prática, o ideal seria retirar o material do país, mas reconheceu que essa decisão seria mais útil para relações públicas do que para fins estratégicos ou militares. A declaração ocorreu em um contexto de questionamentos sobre o risco nuclear e a política externa dos EUA.
As informações destacadas se referem a um episódio já amplamente discutido no cenário internacional, envolvendo a segurança de materiais sensíveis e a gestão de crises entre potências regionais. O relato levanta questões sobre a validade e a transparência de justificativas para ações de governo.
Não houve confirmação independente do material nem de condições de armazenamento, e autoridades não se manifestaram de forma oficial sobre as alegações. O episódio mantém o foco em debates sobre segurança nuclear, política externa e comunicação pública de decisões estratégicas.
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