- Donald Trump criticou a imprensa durante uma sessão de perguntas e respostas a bordo do Air Force One.
- Chamou o jornalista do New York Times, David Sanger, de traidora após a pergunta sobre uma possível retomada de bombardeios dos EUA no Irã.
- Disse que a fala dele sobre o Irã foi “traidora” e pediu que o jornalista se envergonhasse.
- Também atirou contra a BBC depois de questionamento sobre investigações de vítimas civis na guerra no Irã.
- Acusou a BBC de difamá-lo ao usar trechos de um discurso de 6 de janeiro de 2021 para sugerir ordens de invasão ao Capitólio.
Trump ataca cobertura da imprensa durante sessão a bordo do Air Force One
O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou o New York Times por uma pergunta sobre a possível retomada de bombardeios ao Irã, durante uma sessão de perguntas e respostas a bordo do Air Force One, na última sexta-feira.
Ele disse que a reportagem do NYT deveria se envergonhar e chegou a classificar a matéria como traição, citando a avaliação de que o Irã estaria progredindo militarmente e que EUA não teriam defesa eficaz.
No mesmo confronto, Trump voltou a atacar a BBC após questionamento sobre investigações de vítimas civis no conflito no Irã, alegando que a emissora distorceu um discurso dele para sugerir ordens de invasão ao Capitólio, o que classificou como difamação.
Contexto e desdobramentos
Durante o diálogo, o presidente também mencionou a BBC, acusando a emissora de ter usado trechos de um discurso de 6 de janeiro de 2021 para fabricar uma narrativa. Não houve confirmação de novas informações sobre ações militares.
Representantes do NYT e da BBC não se manifestaram em comunicado oficial neste momento. O episódio ocorre em meio a tensões entre a administração e veículos de imprensa nos EUA, com cada parte apresentando versões distintas sobre as perguntas e as citações.
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