- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a relação com a China é “muito forte” durante encontro com Xi Jinping em Pequim, na continuidade da visita de Estado.
- Os dois discutiram Irã e armas nucleares, além da abertura do Estreito de Taiwan; Xi alertou que a discordância sobre Taiwan pode levar a caminhos perigosos.
- Foi a segunda reunião bilateral da visita; ocorreu no complexo murado de Zhongnanhai, e os líderes tiraram a foto oficial juntos.
- Trump disse que Xi concordou em encomendar 200 jatos da Boeing; o Representante Comercial dos EUA informou expectativa de compras agrícolas chinesas de dezenas de bilhões de dólares por ano nos próximos três anos.
- Também houve avanço em questões comerciais, com respostas positivas sobre o progresso de acordos, embora nenhum tenha sido anunciado até o momento.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira 15 que a relação com a China é muito forte durante encontro com o presidente Xi Jinping em Pequim. A conversa ocorreu no complexo murado de Zhongnanhai, no fim da visita de Estado de Trump à China.
Trump informou ter discutido o Irã com Xi e ressaltou que ambos não querem que o país tenha armas nucleares, além de mencionar interesse na abertura do Estreito de Taiwan. A declaração foi feita ao concluir a segunda reunião bilateral da viagem.
A manhã contou com a foto oficial de boas-vindas entre os dois líderes, antes do início das conversas a portas fechadas. Os temas incluíram comércio, com sinais de progresso em acordos, embora nenhum tenha sido anunciado ainda.
Progresso em comércio e comércio agrícola
Fontes próximas aos trabalhos indicaram que Xi afirmou haver andamento nas negociações, mesmo com divergências sobre Taiwan criando tensão entre as partes. A cerimônia de abertura destacou a importância das relações entre as duas maiores economias do mundo.
Perspectivas e próximos passos
Trump afirmou que a China pode encomendar jatos da Boeing, segundo informações de imprensa. O Representante Comercial dos EUA informou que as negociações devem favorecer compras agrícolas americanas nos próximos três anos, em valores significativos.
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