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Aliado de candidato presidencial colombiano e assessor são assassinados a tiros

Aliado do candidato Abelardo de La Espriella e o assessor Eder Cardona são mortos a tiros na Colômbia, em região disputada por grupos terroristas, potencial impacto nas eleições

O candidato colombiano Abelardo de la Espriella discursa para seus apoiadores durante comício em Palmira, perto de Cali, na Colômbia.
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  • Rogers Devia, ex‑prefeito de Cubarral e aliado do candidato Abelardo de La Espriella, e o assessor Eder Cardona foram assassinados a tiros na noite de sexta‑feira.
  • Os crimes ocorreram na área rural de Cubarral, cidade a cento e setenta quilômetros ao sul de Bogotá.
  • A região é disputada por dois grupos considerados terroristas pelos Estados Unidos e por um dissidente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.
  • Abelardo de La Espriella, que representa o Movimento de Salvação Nacional, afirmou que as mortes são de patriotas assassinados pelo narcoterrorismo.
  • A Defensoria Pública disse que os assassinatos podem prejudicar o exercício dos direitos políticos antes das eleições de trinta e um de maio; o ministro do Interior informou que não há explicação para o ataque a Devia e que já impediram ataque a outro candidato na mesma cidade.

O ex-prefeito de Cubarral, Rogers Devia, aliado do candidato Abelardo de La Espriella, e o assessor político Eder Cardona foram mortos a tiros na noite de sexta-feira, 15, na Colômbia. O ataque aconteceu na área rural de Cubarral, no Meta, 170 km ao sul de Bogotá, segundo autoridades locais.

La Espriella lamentou as mortes, afirmando que dois patriotas foram assassinados pelo narcoterrorismo enquanto defendiam a democracia. O candidato ressaltou que os mortos “carregavam a bandeira” da campanha e sonhavam com uma Colômbia diferente.

A região onde ocorreu o crime é descrita pela Associated Press como disputada por dois grupos considerados terroristas pelos Estados Unidos, além de uma dissidência das Farc. A definição de quais facções atuam no local é mencionada pela agência.

A Defensoria Pública do Meta informou que os assassinatos podem prejudicar o exercício dos direitos políticos e a participação democrática antes das eleições, marcadas para 31 de maio.

O ministro do Interior, Armando Benedetti, afirmou que as investigações ainda não apontaram o motivo do ataque. Ele lembrou que a polícia havia impedido, recentemente, um ataque contra um membro da equipe de Paloma Valencia, outra candidata, na mesma cidade.

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