Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

CEOs dos EUA seguem passos de Trump com diplomacia corporativa na China

CEOs de grandes empresas americanas vão a Pequim buscar abrir portas regulatórias e expandir negócios, com possível acordo de compra de jatos Boeing

Imagem ilustrativa de bandeiras de China e EUA
0:00
Carregando...
0:00
  • CEOs de empresas como GE Aerospace, Boeing, Qualcomm, Cargill, Visa, Goldman Sachs e Citigroup viajaram a Pequim com a delegação de Trump para encontros com autoridades chinesas.
  • Eles buscaram facilitar aprovações regulatórias, acordos de compra e abertura de mercados, reunindo-se com ministérios e a Comissão Reguladora de Valores Mobiliários e o Banco Central.
  • Reuniões pós-cúpula ocorreram com o CSRC e com autoridades do Partido Comunista, além de discussões sobre gestão de patrimônio e financiamento transfronteiro envolvendo o Citigroup e o Goldman Sachs.
  • O presidente Donald Trump afirmou que a China concordou em comprar 200 jatos da Boeing e entre 400 e 450 motores da GE Aerospace, com potencial para até 750 aeronaves.
  • Jensen Huang, CEO da Nvidia, também esteve em Pequim durante a viagem, que acompanhou o encontro entre Trump e Xi Jinping.

Os CEOs de grandes empresas americanas viajaram a Pequim com a comitiva de Donald Trump para encontros com autoridades chinesas. As reuniões ocorreram durante a viagem que o presidente realizou à China, em meio a elogios entre Trump e Xi Jinping.

Empresas como GE Aerospace, Boeing, Qualcomm, Cargill, Visa, Goldman Sachs e Citigroup participaram das sessões. Os executivos buscaram apoio para acelerar aprovações regulatórias, acordos de compra e avanços em negociações estratégicas.

Em meio à cordialidade entre Trump e Xi, os executivos receberam agendas com autoridades de alto escalão, incluindo ministérios e comissões regulatórias, visando facilitar a atuação no mercado chinês. A delegação participou de um banquete de Estado na ocasião.

Encontros com reguladores e foco em mercado chinês

Executivos ouviram representantes do Ministério do Comércio, do Ministério do Planejamento e da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários. Também houve reunião com o Banco Central para tratar de temas financeiros e de capitais.

O Citigroup manteve diálogo com a CEO Jane Fraser e com autoridades da CSRC. Os temas incluíram gestão de patrimônio, financiamento transfronteiro e abertura de mercados, conforme divulgação estatal.

O governo chinês ressaltou a intenção de ampliar a cooperação com o Citi e atrair mais investimentos, segundo veículos oficiais. Fraser discutiu ambiente econômico global e estratégias de atuação na China.

Operações e perspectivas de mercado

O Goldman Sachs reuniu-se com o vice-governador do Banco Popular da China e com a Administração Estatal de Câmbio para tratar de operações de câmbio e financiamento. Detalhes das discussões não foram divulgados.

Wang Wentao, ministro do Comércio, encontrou-se com executivos da Visa, Cargill e Qualcomm para alinhar temas comerciais, sem anúncios oficiais de resultados. O objetivo é manter o fluxo de negócios entre as duas economias.

Jensen Huang, CEO da Nvidia, foi visto em Pequim durante a visita, explorando a cidade e participando de atividades locais, segundo informações não oficiais. A presença dele ilustra o interesse de tecnologia na pauta.

Anúncios de acordo e desdobramentos

Ao deixar Pequim, Trump afirmou que a China concordou em comprar 200 jatos da Boeing e entre 400 e 450 motores da GE Aerospace, com potencial para até 750 aeronaves. A medida seria um marco para a relação comercial.

Os pedidos, se confirmados, representariam o maior acordo aeronáutico entre China e EUA em muitos anos. Analistas destacam a importância de cronogramas de entrega estáveis para os contratos.

Entre os desdobramentos, executivos buscaram sinalizar boa vontade política para abrir caminhos regulatórios e facilitar investimentos e compras de empresas americanas na China, conforme apuração de imprensa estatal.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais