- Um chileno identificado como Germán Andrés Naranjo Maldini, executivo comercial da Landes, foi afastado da empresa após acusações de ofensas racistas, xenofóbicas e homofóbicas a um comissário de bordo em voo da Latam Airlines.
- O episódio ocorreu no dia 10 de maio, no voo de Guarulhos (SP) para Frankfurt (Alemanha), quando o suspeito afirmou que um dos comissários era gay: “Para mim é um problema ser gay”.
- Em seguida, proferiu ofensas raciais, imitando sons de animal e dizendo que o cheiro era de preto e de brasileiro; as agressões foram gravadas pela vítima.
- O chinado foi preso preventivamente pela Polícia Federal ao retornar ao Brasil, na sexta-feira, 15 de maio de 2026.
- Landes e Latam Airlines destacaram repúdio à discriminação, informaram que prestam suporte à vítima e que seguem seus procedimentos internos e legais para lidar com o caso.
Um chileno foi afastado de função após incidentes racistas, xenófobos e homofóbicos contra um comissário de bordo a bordo de um voo da Latam Airlines. O caso ocorreu durante o voo LA8070, entre São Paulo e Frankfurt, em 10 de maio.
Germán Andrés Naranjo Maldini, executivo comercial da Landes, empresa chilena do setor de pescados, foi gravado proferindo ofensas contra o comissário. Em determinado momento, ele afirmou que o comissário era gay e proferiu comentários ofensivos envolvendo raça e nacionalidade.
O homem foi preso preventivamente pela Polícia Federal ao retornar ao Brasil no dia 15 de maio, no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. A prisão ocorreu após a cooperação entre autoridades brasileiras e brasileiras.
Reação da Landes
A Landes informou ter tomado conhecimento do caso pela imprensa e afirmou condenar atos de discriminação, racismo e homofobia. A empresa disse que tais comportamentos são incompatíveis com seus valores e políticas internas de não discriminação, e que continuará apurando o ocorrido.
Reação da Latam Airlines
A Latam Airlines repudiou qualquer prática discriminatória e afirmou colaborar com a Polícia Federal no caso do passageiro detido. A empresa informou ainda que oferece acolhimento psicológico e apoio jurídico à funcionária vítima das agressões.
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