- O Exército de Israel afirmou ter eliminado Izz al-Din al-Haddad, líder da ala militar do Hamas, em um ataque aéreo em Gaza na sexta-feira.
- Al-Haddad era um dos últimos comandantes seniores que planejaram e executaram os ataques de sete de outubro de 2023, que deixaram cerca de 1.200 mortos em Israel e mais de 250 pessoas mantidas como reféns em Gaza.
- Segundo o Exército, ele assumiu o cargo após a morte de Mohammed Sinwar e cercou reféns israelenses durante a guerra para atuar como escudo.
- A família dele confirmou a morte à Associated Press; o funeral foi realizado no sábado na Cidade de Gaza.
- Ele era membro da seção Majd das Brigadas Qassam, encarregada de perseguir colaboradores com Israel, e integrava o Conselho Militar do Hamas.
Um ataque aéreo feito pelas Forças de Israel em Gaza matou Izz al-Din al-Haddad, líder da ala militar do Hamas, nesta sexta-feira, segundo o exército israelense. Haddad era um dos últimos arquitetos sobreviventes dos ataques de 7 de outubro de 2023, que deram início à guerra na região.
De acordo com o exército de Israel, Haddad substituiu o antecessor Mohammed Sinwar e dirigia o planejamento e a execução de ataques do Hamas. O combate é descrito pelas autoridades como envolvendo o uso de reféns por Haddad como escudo humano durante o conflito.
A família de Haddad confirmou à Associated Press a morte no ataque, juntamente com outras seis pessoas. O funeral ocorreu no sábado na Cidade de Gaza, segundo a apuração da agência.
Contexto do papel no Hamas
Haddad integrou o Hamas na década de 1980 e fazia parte da Majd, divisão das Brigadas Qassam encarregada de perseguir colaboradores com Israel. Também integrava o Conselho Militar, órgão central de comando da ala militar do grupo.
O Hamas foi responsável por ataques que causaram mais de 1.200 mortos em Israel e deram início à detenção de mais de 250 pessoas em Gaza, conforme dados citados pela imprensa local. Autoridades de Israel descrevem Haddad como figura-chave na ofensiva de 7 de outubro.
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