- Mais de cinquenta mil pessoas participaram de duas grandes manifestações em Londres neste sábado (16/5).
- A polícia mobilizou quatro mil agentes, além de drones e veículos blindados, para manter os grupos separados.
- Até as 13h, onze pessoas haviam sido presas por uma variedade de delitos, sem detalhamento de qual ato.
- O primeiro-ministro Keir Starmer acusou os organizadores da marcha Unite the Kingdom de propagarem ódio e divisão.
- No ato pró-Palestina, manifestantes pediam a libertação de reféns palestinos e faziam críticas à extrema-direita; no outro, apoiadores de Tommy Robinson defendiam o movimento Unite the Kingdom.
Na manhã de sábado 16/5, Londres sediou duas grandes manifestações, uma pró-Palestina e outra de alas ultradireitas, com mais de 50 mil participantes. As ruas da capital foram ocupadas pelos atos, que ocorreram de forma paralela em diferentes locais da cidade. A polícia reforçou a segurança para manter os grupos separados.
De acordo com o jornal The Guardian, a força policial mobilizou cerca de 4 mil agentes, além de drones e veículos blindados, para impedir confrontos entre os participantes. A operação visou controlar o fluxo de pessoas e evitar incidentes.
Até as 13h (horário local), a polícia informou a prisão de 11 pessoas por variados delitos. Não foi detalhado em qual das marchas ocorreram as detenções.
Segurança e detenções
Na véspera, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer acusou os organizadores da marcha Unite the Kingdom de propagar ódio e divisão.
Durante o ato pró-Palestina, manifestantes exibiam cartazes contra a extrema direita e defendiam a libertação de reféns palestinos, em tom de protesto e apoio a uma das partes envolvidas no conflito.
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