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Londres: protestos pró-Palestina e ações de ultradireita nas ruas

Milhares de manifestantes em Londres; polícia mobiliza quatro mil agentes para separar atos pró-Palestina e ultradireita, com 11 detenções até meio-dia

1 de 1 Mais de 50 mil pessoas participam de duas grandes manifestações que ocupam as ruas de Londres neste sábado (16/5). Entre os atos estão o movimento “Unite the Kingdom”, organizado pelo ativista político ultradireitista Tommy Robinson, e uma mobilização em apoio aos palestinos deslocados pela guerra Árabe-Israelense de 1948. De acordo com o jornal The Guardian, a polícia de Londres mobilizou cerca de 4 mil agentes, além de drones e veículos blindados, para reforçar a segurança e manter os grupos de manifestantes separados. Em comunicado divulgado neste sábado, a polícia informou que, até as 13h (horário local), 11 pessoas haviam sido presas por “uma variedade de delitos”. As autoridades, no entanto, não detalharam em qual das manifestações ocorreram as detenções. Nessa sexta-feira (15/5), o primeiro-ministro britânico Keir Starmer acusou os organizadores da marcha Unite the Kingdom de “propagarem ódio e divisão”. Durante o ato, muitos manifestantes foram vistos com bandeiras do Reino Unido, bonés vermelhos com a frase “Make England Great Again” e gritos pedindo a saída de Starmer, que enfrenta um dos momentos mais delicados de seu governo. Já no ato pró-Palestina, manifestantes empunhavam cartazes contra a extrema-direita e pediam a libertação de reféns palestinos.
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  • Mais de cinquenta mil pessoas participaram de duas grandes manifestações em Londres neste sábado (16/5).
  • A polícia mobilizou quatro mil agentes, além de drones e veículos blindados, para manter os grupos separados.
  • Até as 13h, onze pessoas haviam sido presas por uma variedade de delitos, sem detalhamento de qual ato.
  • O primeiro-ministro Keir Starmer acusou os organizadores da marcha Unite the Kingdom de propagarem ódio e divisão.
  • No ato pró-Palestina, manifestantes pediam a libertação de reféns palestinos e faziam críticas à extrema-direita; no outro, apoiadores de Tommy Robinson defendiam o movimento Unite the Kingdom.

Na manhã de sábado 16/5, Londres sediou duas grandes manifestações, uma pró-Palestina e outra de alas ultradireitas, com mais de 50 mil participantes. As ruas da capital foram ocupadas pelos atos, que ocorreram de forma paralela em diferentes locais da cidade. A polícia reforçou a segurança para manter os grupos separados.

De acordo com o jornal The Guardian, a força policial mobilizou cerca de 4 mil agentes, além de drones e veículos blindados, para impedir confrontos entre os participantes. A operação visou controlar o fluxo de pessoas e evitar incidentes.

Até as 13h (horário local), a polícia informou a prisão de 11 pessoas por variados delitos. Não foi detalhado em qual das marchas ocorreram as detenções.

Segurança e detenções

Na véspera, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer acusou os organizadores da marcha Unite the Kingdom de propagar ódio e divisão.

Durante o ato pró-Palestina, manifestantes exibiam cartazes contra a extrema direita e defendiam a libertação de reféns palestinos, em tom de protesto e apoio a uma das partes envolvidas no conflito.

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