- Uma estudante da Universidade de Gênova foi a única sobrevivente da tragédia que matou cinco mergulhadores italianos nas Maldivas.
- Ela decidiu permanecer no iate minutos antes da descida do grupo para mergulho em uma caverna submarina a cerca de cinquenta metros de profundidade.
- A expedição ocorria no Atol de Vaavu, próximo à ilha de Alimatha.
- as vítimas eram pesquisadores experientes que participavam da exploração em uma área de fortes correntezas.
- A reportagem completa foi publicada pelo Correio 24 Horas, em parceria com o Metrópoles, com base em informações da La Repubblica.
Uma estudante da Universidade de Gênova foi a única sobrevivente de uma tragédia ocorrida nas Maldivas, após desistir de mergulhar minutos antes da descida do grupo. Ela permaneceu no iate enquanto os demais colegas partiam para a expedição.
As vítimas eram pesquisadores italianos experientes, que participavam de uma exploração em uma caverna submarina situada a cerca de 50 metros de profundidade. O local é conhecido pelas fortes correntezas da região do Atol de Vaavu, próximo à ilha de Alimatha.
Segundo a imprensa italiana, a decisão da estudante de não mergulhar foi tomada pouco antes do início da operação, sem que haja confirmação sobre o que motivou a desistência.
As informações sobre o incidente foram reportadas pelo jornal La Repubblica. A matéria cita a participação dos mergulhadores em uma expedição científica, sem indicar nomes ou afiliações dos demais envolvidos.
A cobertura sobre o caso também foi veiculada pelo Correio 24 Horas, veículo parceiro do Metrópoles, que publicou a versão inicial da reportagem sem acrescentar dados adicionais.
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