- Cinco mergulhadores morreram durante uma expedição em cavernas subaquáticas no Atol de Vaavu, Maldivas, incluindo a professora Monica Montefalcone, da Universidade de Gênova, que tinha 52 anos.
- Horas antes do acidente, Montefalcone enviou uma mensagem destacando a importância de observar o ambiente subaquático com os próprios olhos ou por meio de robôs.
- O corpo do instrutor Gianluca Benedetti foi localizado; as buscas seguem para as demais vítimas, todas ligadas à Universidade de Gênova.
- Segundo a imprensa local, os mergulhadores exploravam cavernas a cinquenta metros de profundidade, acima do recomendado de trinta metros, em condições climáticas desfavoráveis.
- Autoridades permanecem com as investigações para esclarecer as causas do ocorrido.
Dois mergulhos que deveriam explorar cavernas no Atol de Vaavu, nas Maldivas, terminaram em tragédia nesta quinta-feira (14). Cinco turistas italianos morreram durante o passeio. As autoridades ainda apuram as causas e não há confirmação de responsáveis.
Entre as vítimas está Monica Montefalcone, professora da Universidade de Gênova, conhecida por estudos sobre ecossistemas marinhos. A expedição incluía parentes e colegas da universidade italiana.
Horas antes do incidente, a pesquisadora enviou uma mensagem a um colega destacando a importância de observar o ambiente subaquático, seja com olhos humanos ou com robôs.
Situação e vítimas
A operação de mergulho ocorreu pela manhã e três pessoas da expedição não retornaram à superfície, levando à solicitação de apoio da tripulação. Até o momento, apenas o corpo do instrutor Gianluca Benedetti foi localizado.
A equipe de pesquisa incluía Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, a pesquisadora Muriel Oddenino e o graduado Federico Gualtieri, todos ligados à Universidade de Gênova. O grupo acompanhava Benedetti na expedição.
Contexto da investigação
Segundo relatos, o mergulho incidiu sobre cavernas a cerca de 50 metros de profundidade, acima do limite recomendado para recreação de 30 metros. As condições climáticas também foram citadas pelas autoridades como fator potencial na tragédia.
A família de Montefalcone manifestou solidariedade, enquanto a universidade italiana confirmou a identificação dos participantes da expedição. Autoridades locais investigam as circunstâncias que levaram ao acidente.
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