- O início da greve dos trabalhadores da Long Island Rail Road (LIRR) ocorreu no sábado e já entra no segundo dia neste domingo, envolvendo cerca de três mil e quinhentos trabalhadores.
- A Metropolitan Transportation Authority (MTA) informou que não há substituto para o sistema ferroviário e pediu aos passageiros que trabalhem remotamente, quando possível; serviços de substitute são limitados e há previsão de congestionamento e atrasos.
- Não há negociações formais programadas para domingo, aumentando a possibilidade de a paralisação se estender para segunda-feira, período de pico de deslocamento.
- O impacto já afeta atividades na região, incluindo jogos do New York Mets, com avisos sobre dificuldades de transporte para quem vai ao Citi Field.
- As lideranças sindicais dizem que buscam reajustes salariais e melhores condições de trabalho após anos sem aumentos; a MTA sustenta não poder fechar acordo que comprometa o orçamento da agência.
O dia de greve na linha ferroviária de Long Island interrompe a circulação de parte da maior rede de trens da América do Norte. Trabalhadores da LIRR entraram em greve no sábado, após a falta de acordo sobre salários e regras de trabalho com a gestão. A paralisação já chega ao segundo dia neste domingo.
A Federação que representa os trabalhadores da LIRR afirma que busca reajustes salariais e melhorias nas condições após anos sem aumento. O grupo sindical ressalta que não houve novas negociações marcadas para hoje, o que aumenta a possibilidade de continuidade do atraso na segunda-feira, em pleno horário de pico.
A Metropolitan Transportation Authority, responsável pela rede, informou que não há substituto para o ramal e orientou que quem puder trabalhe remotamente. Serviços de contorno limitados são oferecidos, porém com previsão de congestão e atrasos significativos.
Impacto nos deslocamentos
A paralisação já afeta eventos e deslocamentos na região. O Mets, time de beisebol, alertou para dificuldades de transporte aos jogos no Citi Field, no Queens. Moradores relataram jornadas mais longas, com a necessidade de fazer transferências entre linhas para chegar a Manhattan.
Governadora Kathy Hochul já pediu que as partes cheguem a um acordo, destacando que a continuidade do shutdown prejudicaria trabalhadores e negócios. O porta-voz da MTA reiterou que a gestão não pode comprometer o orçamento da agência com reajustes acima da média.
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