- Corpos de quatro turistas italianos desaparecidos em uma caverna no Atol de Vaavu foram localizados a setenta metros de profundidade nas Maldivas, após quatro dias de busca.
- A operação de resgate terminou com a morte de um mergulhador militar durante a recuperação, devido a descompressão.
- Os restos mortais estão na parte mais funda da caverna, na profundidade estimada de setenta metros.
- A recuperação será dividida em duas fases: dois corpos na terça-feira, dezenove, e os demais na quarta-feira, vinte.
- O governo informou que três mergulhadores finlandeses da Divers Alert Network apoiaram a nova estratégia da operação.
Os corpos de quatro turistas italianos foram localizados em uma caverna a 70 metros de profundidade nas Maldivas, encerrando quatro dias de buscas que tiveram interrupções devido a condições desfavoráveis. A descoberta ocorreu após o falecimento de um mergulhador de resgate durante a operação. A expectativa é de que as equipes retomem o trabalho para retirar os restos mortais.
As vítimas são Monica Montefalcone, professora da Universidade de Gênova, sua filha Giorgia, a pesquisadora Muriel Oddenino di Poirino e os instrutores Gianluca Benedetti e Federico Gualtieri. O grupo mergulhava em cavernas no Atol de Vaavu, no centro do país, quando ocorreu o incidente na quinta-feira passada.
A operação de busca começou após o grupo não retornar à superfície ao meio-dia. O mergulho é considerado de alto risco, já que a entrada da cavidade fica muito acima da posição onde os corpos foram localizados. O porta-voz Mohamed Hussein Shareef confirmou as dificuldades técnicas.
Novo desdobramento na operação
No sábado, o mergulhador Mohamed Mahudhee, de 43 anos, morreu por descompressão durante uma segunda tentativa de recuperação. Mergulhadores da Divers Alert Network (DAN), finlandeses, chegaram a colaborar com a equipe local para definir a estratégia. Com o apoio deles, as equipes retomaram as buscas na segunda-feira.
A localização dos quatro corpos ocorreu na primeira metade desta semana, com profundidade estimada de 70 metros. Segundo Shareef, as operações serão divididas em duas fases: a primeira, na terça-feira, visa trazer à superfície dois restos, e a segunda, na quarta-feira, retira os demais. As autoridades de Malé não divulgaram mais detalhes sobre prazos ou métodos de retirada.
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