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EUA adotam medidas para reduzir risco de Ebola e afirmam ameaça baixa

EUA implementam triagem de viajantes vindos da RDC, Uganda e Sudão do Sul para reduzir risco de ebola; medida vale 30 dias e não se aplica a cidadãos americanos

Termômetros são vistos na entrada de um Centro de Tratamento de Ebola na cidade de Butembo, no leste do Congo, República Democrática do Congo, em 4 de outubro de 2019
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  • Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA anunciaram medidas para reduzir o risco de ebola, com triagem e monitoramento de viajantes que partiram ou estiveram na República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul nos últimos 21 dias.
  • As medidas são válidas por 30 dias e não se aplicam a cidadãos americanos, nacionais dos EUA e residentes permanentes legais.
  • O CDC informou que o risco de introdução da doença causada pela variante Bundibugyo é elevado pelo período de incubação, que pode chegar a 21 dias, quando pessoas infectadas podem viajar sem sintomas.
  • Além da triagem, as autoridades vão ampliar o rastreamento de contatos, a capacidade de testes laboratoriais e a preparação hospitalar em todo o país.
  • A atuação ocorre enquanto a OMS declarou emergência de saúde pública de interesse internacional devido ao surto no leste do Congo, após dois casos confirmados na Uganda vizinha.

Com autoridades de saúde dos EUA anunciando medidas para reduzir o risco de Ebola, o objetivo é evitar a introdução da doença no território americano. A declaração ocorre em meio a preocupações internacionais com um surto recente na República Democrática do Congo. A divulgação foi feita na segunda-feira, 18, pelo CDC.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças, haverá triagem e monitoramento de viajantes que tenham saído ou permanecido nos últimos 21 dias na República Democrática do Congo, Uganda e Sudão do Sul. A medida não se aplica a cidadãos americanos, nacionais dos EUA ou residentes permanentes legais, por 30 dias.

O CDC destacou que o risco de entrada da doença causada pela variante Bundibugyo é elevado durante o período de incubação, que pode chegar a 21 dias, permitindo que infectados viajem sem sintomas. Autoridades ainda enfatizam que o risco imediato para os EUA permanece baixo.

Medidas anunciadas

As autoridades ampliarão o rastreamento de contatos, a capacidade de testes laboratoriais e a preparação hospitalar em todo o país, com foco em regiões de maior movimento internacional.

Além disso, reforços serão feitos na vigilância de viajantes e na comunicação com serviços de saúde locais, para detectar precocemente possíveis casos relacionado à viagem.

Contexto internacional

A OMS declarou emergência de saúde pública de interesse internacional devido ao surto na região leste do Congo, após confirmação de casos na Uganda. Profissionais de saúde trabalham na linha de frente para conter a disseminação e evitar novos surtos.

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