- Um júri da Califórnia rejeitou por unanimidade a ação de Elon Musk contra a OpenAI e o CEO Sam Altman, movida após acusações de violação de contrato e de fraude.
- A decisão ocorreu porque o prazo de prescrição para apresentar tais alegações já tinha expirado.
- Musk alegou que Altman desviou a OpenAI de sua missão sem fins lucrativos ao transformá-la em empresa com fins lucrativos, após Musk doar 38 milhões de dólares.
- Os jurados ouviram testemunhos e analisaram correspondências internas ao longo de três semanas, com participação de Musk, Altman e Satya Nadella, da Microsoft.
- Também foi decidido que as acusações de Musk contra a Microsoft foram rejeitadas como questão de direito; Musk deixou a OpenAI em 2018, após disputas de controle.
A júri da Califórnia rejeitou a ação movida por Elon Musk contra a OpenAI e Sam Altman. O veredito unânime entendeu que a ação foi apresentada após o prazo de prescrição ter expirado. O caso envolve a transição da OpenAI de uma organização sem fins lucrativos para uma empresa com fins lucrativos.
Musk acusado Altman de violar um contrato sem fins lucrativos ao transformar a OpenAI em empresa lucrativa após a doação de 38 milhões de dólares. Ele alegou ter sido enganado ao aceitar o dinheiro e depois romper a missão original da organização. A decisão encerra parte central do litígio.
Jurados passaram três semanas analisando correspondência interna e ouvindo testemunhas, incluindo Musk, Altman e Satya Nadella, CEO da Microsoft. A defesa de Altman sustentou que Musk, na prática, apoiava a ideia de lucro e desejava controle de longo prazo sobre a OpenAI.
Na abertura do julgamento, Musk afirmou que não é aceitável desviar recursos de uma instituição beneficente. Altman, em seu testemunho, indicou que Musk queria controle da empresa e manteve divergências quanto ao rumo estratégico. As acusações contra a Microsoft foram rejeitadas como questão de lei.
A OpenAI foi fundada em 2015 pelos fundadores, com Musk deixando a organização em 2018 após desentendimentos sobre o controle. O caso não resultou em condenação para a Microsoft, de acordo com a decisão do júri.
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