- Meghan Markle participou da abertura do Memorial da Tela Perdida, em Genebra, Suíça, no domingo, 17 de maio, diante da 79ª Assembleia Mundial da Saúde.
- O evento exibe 50 painéis com a tela de bloqueio de celulares de crianças que tiraram a própria vida devido ao cyberbullying e danos digitais, com participação do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
- A duquesa afirmou que a segurança digital é uma questão de saúde pública e destacou que cada vítima era uma criança amada, destacando a necessidade de precauções em produtos digitais inovadores.
- Meghan cobrou responsabilidade das plataformas e apoio a leis de proteção infantil desde a concepção dos aplicativos, mencionando avanços regulatórios como comparação a cintos de segurança e testes de medicamentos.
- O memorial é uma parceria entre Archewell Philanthropies e The Parents’ Network, com a campanha No Child Lost to Social Media; o espaço ficará em exposição em Genebra até 22 de maio.
Meghan Markle participou da abertura do Memorial da Tela Perdida, em Genebra, Suíça, neste domingo (17.05). O evento abriu o memorial na Praça das Nações, antes da 79ª Assembleia Mundial da Saúde, para sensibilizar sobre os riscos digitais para crianças e adolescentes.
A cerimônia contou com a presença do Diretor-Geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, líderes globais e famílias afetadas. Markle acompanhou a iluminação de 50 painéis que mostram a tela de bloqueio de celulares de crianças que se feriram por cyberbullying e danos digitais.
O objetivo é colocar a segurança digital como pauta de saúde pública. Em discurso, Markle humanizou as estatísticas ao lembrar que cada nome representa uma criança amada, cujo futuro pareciam promissores, mas foi interrompido por violência online.
Ela comparou a falta de regulamentação com outras áreas em que interrupções de risco foram contidas, questionando se leis e padrões de segurança digital chegam aos responsáveis pela criação de produtos tecnológicos. O chamado foi pela ação governamental.
A fila de autoridades e famílias presentes reforçou a mensagem central: é preciso que governos imponham regras mais rígidas e que plataformas bilionárias assumam responsabilidade desde a concepção de aplicativos voltados a menores. Ações legais podem surgir a partir disso, dizem organizadores.
O memorial é uma parceria entre a Archewell Philanthropies, núcleo de Meghan e do Príncipe Harry, e a The Parents’ Network, rede de apoio a famílias com vítimas de abusos digitais. A campanha No Child Lost to Social Media já passou por Nova York, em 2025.
O tema tem forte relação com feridas pessoais do casal. Meghan relata ter sido vítima de bullying virtual por anos, enquanto Harry tem destacado a importância da saúde mental e a necessidade de reduzir a pressão online. O Memorial segue aberto até 22 de maio em Genebra.
Entre na conversa da comunidade