- Nauru aprovou no Parlamento, no dia 12, a mudança do nome oficial para “Naoero”; ainda precisa de referendo nacional para entrar em vigor.
- A alteração na Constituição exige consulta popular, e a data do referendo ainda não foi divulgada.
- A proposta foi apresentada em janeiro pelo presidente David Adeang; o objetivo é honrar a herança, a língua e a identidade nacional.
- Caso aprovada, o novo nome será refletido em registros oficiais, símbolos nacionais e identificação internacional, incluindo as Nações Unidas.
- Nauru fica no Pacífico Sul, a cerca de três mil quilômetros a nordeste da Austrália; tem cerca de 12 mil habitantes e 21 quilômetros quadrados.
Nauru dará novo nome ao país. Parlamentares aprovam alteração para “Naoero” e aguardam referendo. A mudança depende de aprovação popular para entrar em vigor, conforme reportou a RNZ.
A proposta foi apresentada em janeiro pelo presidente David Adeang. Na sessão ocorrida no dia 12, 16 parlamentares presentes apoiaram a mudança. Como envolve emenda constitucional, o plebiscito é obrigatório.
O objetivo é refletir a herança, a língua e a identidade nacionais. Segundo o governo, o termo atual derivou de pronúncias estrangeiras que simplificaram a designação local.
Se o referendo for aprovado, o nome será registrado oficialmente, aparecerá em símbolos nacionais e na identificação internacional, incluindo as Nações Unidas.
Nauru fica no Pacífico Sul, cerca de 3 mil quilômetros ao nordeste da Austrália. O país tem aproximadamente 12 mil habitantes e área de 21 km², segundo fontes oficiais.
A ilha é uma das menores nações independentes do mundo. Em seguida, a comparação com Fernando de Noronha mostra que o arquipélago brasileiro cobre área maior.
Historicamente, Nauru foi protetorado alemão, passou pela administração conjunta da Austrália, Reino Unido e Nova Zelândia após a Primeira Guerra, e tornou-se independente em 1968.
A economia da ilha é marcada pelas reservas de fosfato. A AFP aponta que a exploração elevou a renda per capita no passado, mas hipotecou parte do território após o esgotamento do recurso.
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