- A Organização Mundial da Saúde enviou 4,7 toneladas de suprimentos médicos ao Congo, transportados por uma aeronave da Missão da ONU na região (Monusco).
- No domingo, a OMS declarou o surto como emergência de saúde pública de interesse internacional, após dois casos confirmados em Kampala, capital de Uganda.
- O surto é causado pelo vírus Bundibugyo, que não possui terapias ou vacinas específicas aprovadas.
- A situação é associada a cerca de 80 mortes nas últimas semanas, com oito casos confirmados e 246 suspeitos na província de Ituri, no leste do Congo.
- Entre 2018 e 2020, um surto da cepa Zaire resultou em quase 2.300 óbitos; a resposta foi dificultada pela violência armada na região.
A OMS enviou 4,7 toneladas de suprimentos médicos ao Congo, com uma aeronave da Monusco transferindo a carga. A operação ocorreu nesta segunda-feira, 18, para a República Democrática do Congo, onde há confirmação de casos de Ebola. A ação busca reforçar a resposta frente ao surto em curso.
No domingo, 17, a OMS declarou emergência de saúde pública de interesse internacional, diante do risco de disseminação para países vizinhos. Dois casos foram confirmados em Kampala, capital de Uganda, e autoridades avaliam a necessidade de medidas regionais.
A atual epidemia é causada pelo vírus Bundibugyo, cuja cepa não possui terapias ou vacinas aprovadas. Mortes associadas ao surto recentes giram em torno de 80, com oito casos confirmados laboratorialmente e 246 suspeitos na província de Ituri, no leste do Congo.
Historicamente, o Congo já enfrentou surtos de Ebola. Entre 2018 e 2020, a cepa Zaire provocou quase 2.300 mortes em North Kivu e Ituri, em um contexto de violência armada que dificultou as respostas, segundo registros regionais.
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